--- Frase de Agora! ---
"A água é para os escolhidos
Mas como podemos esperar que sejamos nós..
... eu e você?"

Máquina do Tempo: Vaga Viva do Coletivo Ideia Nossa. A única vaga viva do lado de cá da ponte =) Vaga Viva do Ideia Nossa

Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui?
Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Resultado Eleições 2008 - Taboão da Serra

CANDIDATOS A PREFEITO
TABOÃO DA SERRA

Votos 152.663 Eleitorado 178.017 Seções 431
Votos Válidos 133.246 Apurado 178.017 Totalizadas 431
Nulos 10.739 Não Apurado 0 Não Totalizadas 0
em Branco 8.678 Comparecimento 152.663

Seq. Candidato Votação % Válidos
1 40 - DR. EVILÁSIO (PSB) 69.067 51,83
2 45 - FERNANDO FERNANDES (PSDB) 49.089 36,84
3 14 - ARLETE SILVA (PTB) 11.581 8,69
4 12 - DR. KHALED (PDT) 2.864 2,15
5 50 - PROFESSOR MIGUEL (PSOL) 645 0,48



CANDIDATOS A VEREADOR
TABOÃO DA SERRA

Votos 152.663 Eleitorado 178.017 Seções 431
Votos Válidos 137.688 Apurado 178.017 Totalizadas 431
Nulos 5.582 Não Apurado 0 Não Totalizadas 0
em Branco 9.393 Comparecimento 152.663

Seq. Candidato Partidos Votação % Válidos
1 15655 - ELOI PMDB 3.858 2,80
2 22671 - OLÍVIO NÓBREGA PR 3.025 2,20
3 10123 - APRÍGIO DA VIDA NOVA PRB 2.961 2,15
4 11111 - NATAL PP 2.879 2,09
5 45747 - PAULO FÉLIX PSDB 2.781 2,02
6 13321 - MACARIO PT 2.689 1,95
7 40000 - DR. ALEXANDRE DEPIERI PSB 2.654 1,93
8 43123 - CARLOS ANDRADE PV 2.634 1,91
9 13999 - WAGNER ECKSTEIN PT 2.472 1,80
10 40400 - ARNALDO DA IMOBILIÁRIA PSB 2.293 1,67
11 43690 - VALDEVAN NOVENTA PV 2.139 1,55
12 40450 - MARCO PORTA PSB 1.759 1,28
13 25100 - CIDO DA YA FARMA DEM 1.550 1,13

Brisas de Outono Pt. III

Encantado. Meu coração se encantava mais e mais com o rodopiar incansável das... Brisa se cansa? Uma brisa corta o mundo gelando ou aquecendo diversas almas, contando diversas estórias, de diversas partes do globo, poderia ela cansar e descansar ao tronco de uma árvore? Bom, se as brisas se cansam, as que eu presenciava a rodopiar eram magicamente incansáveis. Espero não esquecer dessa dúvida, quem sabe Camus possa me ajudar a responder quando encontrá-lo daqui a algum tempo passeando pelo Jardim do Éden...
As crianças contemplavam o vôo das folhas alaranjadas. A saia verde deixava um rastro luminoso, o mesmo acontecia com a bermuda amarelada e o chinelo azul.
Num espanto notei que os rastros luminosos criavam formas geométricas no ar. As folhas voavam agora por entre círculos e triângulos retângulos coloridos. E surgindo e escondendo-se entre todas as luzes também via criaturas, sim nesse momento senti calafrios, não de prazer, mas de espanto. Entre as cores brasileiras, Curupira assobiava recostado ora no muro, ora em cima da árvore; Iara mergulhava nos céus e Boitatá corria como o fogo-fátuo corre atrás do curioso que se arrisca a entrar no pântano. Mas a presença deles foi instantânea e logo as cores e luzes reinavam novamente.
Não demorou muito, as três cores que me eram muito familiares formavam as exatas formas da bandeira que tremulava lá longe, além mar, no Distrito Federal. Um retângulo verde dava base às peraltices das folhas a voar. O amarelo correu por entre as casas vizinhas e num salto caiu como um losango ouro no fundo verde amazônico. O azul ondulava e dava a impressão das crianças estarem a nadar, mas logo tomou forma de um perfeito círculo e meteu-se nas duas formas já em posição. Vi o mais belo jogo de luzes e cores sobre o telhado vizinho, e as crianças pareciam nem notar de tão entretidas que estavam sobre o domínio das folhas. Não acreditei. Por um momento tudo parecia um sonho, não podia ser real. As brisas que rodopiavam entre as cabeças das crianças serpentearam vertiginosamente até a linha do horizonte e voltaram tão rápido quanto a ida e mergulharam no azul do mar. No azul da bandeira. E lá tomou a imagem e o sorriso da minha guria - assim sempre a chamei desde de que nos conhecemos... - Ah! Bons tempos aqueles.
Fez-me um gesto, como se me pedisse paciência. Fiquei sem entender. Como era possível? O mesmo olhar, as rugas estavam em seus devidos lugares e agora junto ao hálito de liberdade senti o aroma de vinagre.
Minha guria sempre gostara de vinagre em todos os tipos de pratos – isso lhe dava certa peculiaridade divertida, mas devo confessar que por vezes tirava meu apetite –, então não poderia faltar na macarronada. E foi exatamente durante uma refeição noturna, uma macarronada temperada com vinagre que ela veio a falecer. Um misterioso infarto súbito.

sábado, 4 de outubro de 2008

Concertos matinais a preço popular

Em outubro, a série de concertos matinais a preço popular na Sala São Paulo
conta com apresentações em três domingos consecutivos, às 11h00.

Por R$ 2 o público pode apreciar obras do repertório sinfônico e coral de diversos períodos. A programação da série traz neste mês uma das mais populares composições de Rossini, um poema sinfônico de Gershwin e o Réquiem de Duruflé.

No dia 12 de outubro (feriado), a Orquestra Sinfônica Municipal de Santos, regida pelo maestro Luís Gustavo Petri, abre a série de matinais do mês. A orquestra interpreta a abertura de O Barbeiro de Sevilha, do compositor italiano
Gioacchino Rossini e a Sinfonia nº 9 em mi menor Op.95 – Do novo Mundo, do tcheco Antonín Dvorák.

No dia 19 de outubro, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp apresenta, sob a batuta do chileno Victor Hugo Toro, a abertura de Russlan e Ludmila, de Mikhail Glinka, a Serenata em Mi maior de Dvorák e Um Americano em Paris, poema sinfônico do compositor George Gershwin que em 1951 serviu como inspiração para o filme homônimo de Vincent Minelli.

No dia 26 de outubro o Coro de Câmara da Osesp apresenta, sob regência de
Naomi Munakata, o Réquiem do francês Maurice Duruflé. A récita conta com solos da mezzo soprano Edineia D’Oliveira, do baixo-barítono Francisco Meira e com a participação de Luiz Daniel Sales (violoncelo) e Nelson Silva (órgão).

Concertos Matinais

Sala São Paulo

11h00

R$ 2

(Programação e datas disponíveis em nosso site, nos programas de bolso distribuídos na Sala São Paulo ou pelo telefone 11 3223 3966)

Ingressos à venda a partir da segunda-feira anterior ao concerto, na bilheteria da Sala São Paulohttp://www.ingressorapido.com.br/ / 11 4003 1212).

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Brisas de Outono Pt. II

Uma nova brisa chegou de surpresa arrepiando-me a nuca. A porta dos fundos estava aberta. Senti novamente a sensação de prazer e nostalgia, que me trazia lembranças da pátria querida.
O toque n’alma de ambas as brisas, completaram meu espírito, me elevando ainda mais a melodia da minha vida. Completaram a guria do meu coração que corria bipartida enfeitiçando e enaltecendo a paisagem.
Aquela cena tão especial, jamais vista por olhos descrentes, me tocava profundamente ao som da canção que meus ouvidos forçosamente apurados sorviam. Um outono perfeito para alcançar a paz eterna.
A chegada da nova brisa, tão terna e tropical quanto a outra, avivava lembranças da terra onde canta o sabiá.
E as brisas agora serpenteavam sem direção, livres de qualquer métrica que um dia possa ter aprisionado poetas ou músicos. Serpenteavam de cima pra baixo e de um lado pra outro, causando a mais calorosa confusão entre as folhas que não sabiam nem mais onde estavam de tanto rodopiar, cair e voar. Liberdade! Tocavam os céus, era possível ver a alegria das folhas, e mais estonteante ainda eram os sorrisos das crianças que se encantavam ao ver a liberdade em tom alaranjado e sentir o frescor aconchegante e caloroso das Brisas de Outono, que faziam jus a suas indumentárias.
Emocionei-me, e ainda me emociono ao lembrar, mesmo tão poucos minutos depois. Toda aquela confusão, todos aqueles sorrisos agitados, uma brincadeira já quase extinta e toda a sensação de liberdade em tão pouco tempo, em tão fração de melodia. Meu coração se encantava.
Obedeci ao que a canção pedia, respirei fundo e cantei aquele acróstico no melhor timbre e tom que nunca poderia alcançar em outonos normais:

“Brisa que faz sonho se realizar
Rodopia pelo ares sem se cansar
Imagine como uma brisa roda o mundo inteiro
Sábias estórias ela pode te contar
Assim que a ventania terminar este berreiro...”

Ah! Ao respirar fundo traguei o hálito selvagem de liberdade que perfumava minha sala, minha casa, a rua e não sendo exagero, talvez o país estivesse com a essência brasileira. Sim, agora mais do que nunca tenho certeza: as brisas eram da terra além mar chamada Brasil.
Como me fez bem soltar a voz. Estava tão excitado com tudo aquilo que vivenciava, sem contar toda a sensação de nostalgia que me trouxe boas recordações. Parecia um sonho. Sim! Um sonho de sonhador, mas ainda assim, um sonho.
Toda a magia em laranja profundo, todas as folhas a planar, as crianças a se divertirem e eu a viver um sonho de outono. Camus estava certo: “Outono é outra primavera: cada folha uma flor”. Ouvi essa frase quando passeava com minha avó por essas bandas, há muito tempo, era ainda uma criança. Ouvi de um mendigo que perambulava no parque com alguns livros debaixo do braço. Sei pouco sobre o autor da frase, creio que tenha vivido por aqui no milênio passado, por volta dos anos 40 e 50. O mendigo lhe adorava e parecia ter todas as suas frases na ponta da língua. Mas essa me chamou mais a atenção. Tanto que me lembro dela até hoje, e quem tem muitos anos a carregar como fardo sabe o quanto é difícil fazer a memória trabalhar. Pois bem, era minha realidade: cada folha uma flor. As mais belas flores que minhas dezenas de primaveras vividas não podiam sequer igualar em beleza e encantamento.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Irmãos

_ De vez em quando eu penso neles...
_ Quem?
_ Nos espermatozóides...
_ De vez em quando você pensa em seus espermatozóides?
_ No meus, não. Nos do meu pai.
_ Você está bêbado.
_ Na noite em que fui concebido...suponho que tenha sido uma noite... eu era um entre milhões de espermatozóides. Mas só eu cheguei ao óvulo da mamãe. Ou seria bilhões?
_ Acho que é óvulo mesmo.
_ Não... Os espermatozóides. São milhões ou bilhões?
_ Ahn.. .Não sei.
_ Não importa. Milhões, bilhões. Só eu me criei, entende? Por acaso. Isso é mais assombroso. A gratuidade da coisa. Havia milhões, bilhões de espermatozóides junto comigo e só eu, entende?, só eu fecundei o óvulo. Não é assombroso?
_ É.
_ Você acha mesmo?
_ Acho.
_ Podia ser qualquer um, mas fui eu. Por acaso.
_ Amendoim?
_ Hein? Obrigado. Agora, me diga. Por que eu? A gratuidade da coisa. Só eu fecundei o óvulo, virei feto, nasci, me criei e estou aqui, neste bar, de gravata, bebendo. Agora me diga, o que é isso?
_ É como você diz. A gratuidade da coisa.
_ Não, não. Isso que estou bebendo.
_ É, ahn, uísque.
_ Uísque. Pois então. Aí está.
_ Ô Cléo, vê outro aqui. O rapaz está precisando.
_ Um brinde!
_ Um brinde.
_ A eles!
_ Quem?
_ Aos espermatozóides que não chegaram ao óvulo da mamãe. Aos companheiros. Aos bravos que cumpriram sua missão e não vieram para comemorar. Aos que perderam a viagem. Aos meus irmãos!
_ Aos meus irmãos!
_ MEUS irmãos. Você não estava lá.
_ Aos seus irmãos!
_ Aos milhões, bilhões que se sacrificaram para que eu pudesse viver.
_ Salve.
_ Agora me diga uma coisa.
_ Duas. Digo duas.
_ Cada espermatozóide é uma pessoa diferente, certo? Quer dizer. Em outras palavras. Se outro espermatozóide tivesse completado a viagem, não seria eu aqui. Ou seria?
_ Depende.
_ Não seria. Seria outra pessoa. Outro nariz, outras idéias. Talvez até torcesse pelo América. Uma mulher! Podia ser uma mulher. Certo?
_ Mulher? Ah, não vamos exagerar...
_ Então, imagina o seguinte. Pense bem. Amendoim.
_ Amendoim. Estou pensando nele. Amendoim.
_ Não. Me passe o amendoim e pense no seguinte. Se entre os espermatozóides que me acompanharam, e que não chegara ao óvulo, estava o cara que ia descobrir a cura do câncer? Hein? Hein?
_ Certo.
_ Mas, em vez dele, eu é que cheguei. Por acaso. Ou podia ser uma mulher. Uma soprano de fama internacional. Em vez disso, deu eu. Veja a minha responsabilidade.
_ Acho que você está sendo radical.
_ Não. Imagine se em vez do espermatozóide que se transformou no Jânio Quadros, tivesse dado outro. A história do Brasil seria completamente diferente! É ou não é?
_ Mais ou menos.
_ Pois então. Eu me sinto culpado, entende? Acho que eu devia, sei lá. Ter feito mais da minha vida. Em honra a eles. Eu estou representando milhões, bilhões de espermatozóides, cada um uma pessoa em potencial. E o que é que eu fiz da minha vida?
_ E se fosse um bandido?
_ Como?
_ Se, em vez de você, o espermatozóide que tivesse dado certo fosse um assassino, um mau-caráter. Não quero falar dos espermatozóides do seu pai, mas num grupo de milhões sempre tem uma ovelha estragada. Uma maçã negra...
_ Você acha mesmo?
_ Acho.
_ Sei lá.
_ E outra coisa. O que passou, passou. Não pense mais nisso.
_ Mas eu penso. De vez em quando eu penso. Os meus irmãos que não nasceram. Que nomes eles teriam? Ana, Aline, Luiz, Jéssica, Joseph Climber...
_ Marco Antônio...
_ Marco Antônio... Imagine, um deles podia ser o ponta-direita que o Brasil precisava em 74. Eu me sinto culpado. Você não se sente culpado?
_ Bom, eu tenho 11 irmãos.
_ Aí é diferente.
_ Por quê?
_ Não sei. Só sei que entre milhões, bilhões de espermatozóides, todos com os mesmos direitos, só eu me criei. Por acaso. Agora me diga, o que é isso?
_ É uísque.
_ Não. É a gratuidade da coisa.
_ Não sei...
_ Você está bêbado.

(Luiz Fernando Verissimo)

Michael Moore: "Estamos assistindo ao maior roubo da história deste país."

"...Estamos assistindo ao maior roubo da história deste país. Não usaram armas mas já fizeram 300 milhões de reféns..."

O polêmico norte-americano Michael Moore fez declarações essa semana sobre o pequeno investimento que países ricos injetaram na economia para resgatar bancos, seguradoras e afins que estavam a quebrar. Dêem uma conferida:


"Depois de meterem ao bolso milhares de milhões fruto da negociata da guerra, depois de encherem os bolsos às petrolíferas, Bush e os seus amiguinhos estão a pilhar o Tesouro.
Tudo fazem para meter medo, para criar confusão e pânico para manterem os seus privilégios. Ninguém consegue explicar esta crise nem fornecer números exatos, nem mesmo o Secretário do Tesouro Paulson. Porém, todos gritam: pânico! recessão! depressão! gripe das aves! abelhas assassinas! É o fim do mundo! O fim do mundo para quem?
Nada no pacote de subsídios que Bush está a pedir para salvar a situação vai fazer baixar o preço da gasolina, nada vai impedir que percas a tua casa, nada te vai dar seguro de saúde. Aliás, se todos tivéssemos seguro de saúde universal, toda esta crise talvez não existisse.
Bush quer este pacote de subsídios para proteger a riqueza acumulada durante estes últimos 8 anos, para proteger os acionistas, para garantir que as mansões, os iates e o estilo de vida dos grandes acionistas continue intacto enquanto o resto da América sofre e luta para pagar as suas contas.
Vamos! Votemos contra a concessão deste pacote. Façamos com que os ricos sofram, desta vez. Eles que paguem a conta. Estamos gastando 400 milhões de dólares por dia na guerra do Iraque. Eles que acabem com a guerra já e poupem-nos milhões de dólares!"

É pessoal será a anunciada queda do capitalismo chegando? Marx deve estar fazendo figuinhas :)
Gostaria muito de manjar mais sobre economia pra entender realmente o que está acontecendo, mas o que sei é que antigas grandes potências estão enfraquecendo, novas estão surgindo, e tudo está acontecendo muito rápido, torcemos para que novas potências sejam mais preocupadas com o ambiente e com a desiguildade social, e que líderes pacifistas se ergam por um mundo melhor. Enquanto isso faremos nossa parte, e para isso deixo um link do Passe Livre: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/09/429525.shtml

Sobre La Conquista

Ótimo post o da Bárbara, gostei da interpretação que combinou exatamente com a minha inicial. Eu enquanto escutava e lia esta musica pela primeira vez com todas as atenções comecei a imaginar que nela (na musica) quem fala... e na minha conclusão parece ser justamente Gaia ! A analogia com a colonização brasileira é interessante, comparada a colonização de Gaia. Bem, a Bah usou a colonização brasileira, o Talaio ve os mesmos versos como a colonização espanmhola. Eu vejo como a colonização de Gaia, propriamente dita, a citação como navegantes é claro, dada a influência de seu país e sua cultura, mas ainda assim referindo-se a Gaia. Assim como muitas formas de arte expressam muito sobre a cultura de quem as criou, exemplo disto o Star Wars, onde os gestos e cumprimentos de Darth Vader lembram a de Hitler (se eu não me engano.. hehe, acho que é isso, espero não estar falando bobagem, mas sei que os cumprimentos dele se referem a alguém do gênero XD), ou as HQ's da Marvel que se rendem a cultura que "pode" transmitir nos EUA... etc, há sempre influências, mas assunto do album é Gaia, então creio que à ela quem se referem.

Nossas roupas = materias para extração
É uma boa associação, bem observada pelo Talaio. A letra nos remete a mais de 1 interpretação, tanto esta que destaquei, como a que o Talaio disse, a respeito dos porcos e imundo fedidos vestidos com roupas de meses e os Índios pelados.

A respeito da ignorância e estupidez religiosa o Talaio ja falou bem, concordo plenamente e creio que não há o que adicionar.
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