--- Frase de Agora! ---
"A água é para os escolhidos
Mas como podemos esperar que sejamos nós..
... eu e você?"

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Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui?
Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pra deixar na vontade


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Como segunda-feira é o dia mais odiado por todos, resolvi escrever um post sobre uma das minhas animações preferidas: Meu malvado favorito. Minha intenção aqui não é fazer uma longa crítica a respeito da estreia da segunda parte desse título, mas apresentar vídeos e fotos que fui encontrando na internet e que me fizeram gargalhar. Espero poder tornar essa volta ao trabalho e a toda a rotina um pouco mais divertida.

Para quem não conhece, Gru é o vilão da história e está sempre tentando executar feitos que mereçam o título de “roubo do século”. Para atingir esse patamar, ele planeja algo ainda mais ousado: roubar a lua. Para isso, ele contará apenas com a ajuda dos Minions (aqueles bichinhos amarelos) e do esclerosado cientista Dr. Nefario. Como parece haver uma aresta em seu plano, ele acaba adotando três órfãs que têm “livre” acesso a fortaleza do seu arqui-inimigo, Vetor.







A Universal não deu muito detalhes sobre o que aguardar da continuação. No entanto, acredito que esse será um dos grandes destaques de 2013. Ah, já ia me esquecendo! Essa animação chegará nas telinhas brasileiras em 05 de julho e, para aqueles que querem ainda mais, podem ficar tranquilos! Os estúdios já anunciaram que vão produzir um filme exclusivo para os Minions, em 2014.




quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Em meio as mudanças: os Guardiões

Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

E de repente tudo na minha vida mudou... Saí de um emprego para trocar de área, pois é, não trabalho mais em uma livraria, o que não quer dizer que vou parar de postar comentários de livros, tranquei a faculdade e estou em busca de uma pós graduação em locução. No meio de tudo isso fui conferir o belíssimo Origem dos Guardiões nas “telinhas” do IMAX.

Resolvi aproveitar meu primeiro fim de semana de folga e arrastei meu namorado para apreciar essa animação. Pegamos a última sessão de sábado, depois de toda a correria do dia. Cheguei a pensar que seria cansativo, mas me enganei. Já esperava que o filme fosse sensacional e valeria cada centavo do ingresso, que não é barato e, de fato, não saímos desapontados do cinema.

A sala não estava cheia, o que é algo raro para o IMAX. Geralmente temos que comprar o ingresso com pelo menos um dia de antecedência para conseguir um lugar razoável. Mas nessa noite parecia que tudo ia dar errado. Saímos mais tarde do que deveríamos, dirigimos mais rápido do que poderíamos, entramos no shopping errado, meu namorado perdeu a aliança e, para fechar o pacote, compramos ingresso para a sessão errada, do dia anterior. Quando tudo parecia se encaminhar para um trágico desfecho, encontramos uma simpática atendente que nos conduziu até o guichê e garantiu o nosso lugar no horário seguinte, o que nos daria tempo de jantar e descansar depois de toda aquela correria. O erro tinha sido nosso, ela poderia simplesmente ter dito isso e perderíamos o nosso lugar, mas não foi o que ela fez, garantindo assim clientes futuros.





Enfim, a intenção desse post não é mostrar como a funcionária foi prestativa conosco, mas ressaltar toda mágica que envolve esse filme. Os efeitos são sensacionais e a história muito bonita. Os principais personagens da nossa infância encontram-se reunidos nessa trama moderna que promete conquistar jovens e adultos.

O Papai Noel é forte e cheio de tatuagem, o Coelho da Páscoa é grande e robusto, perdendo aquele estereótipo de fofo, a Fada do Dente enche a tela com sua meiguice e simpatia. Os outros dois heróis da história não são tão populares aqui no Brasil, são eles o pequeno gorducho Sandman e o misterioso Jack Frost. Já o vilão é muito famoso entre as crianças do mundo inteiro: o Bicho-Papão, que tem por objetivo destruir a fé nesses guardiões, deixando-os fracos e fazendo com que o universo infantil seja dominado pelo medo.

Jack Frost, como vocês devem perceber, é o menos popular entre eles. Sendo assim, nenhuma criança pode vê-lo, apenas apreciar a mágica que faz ao seu redor, com gelo. E é nele que é depositada toda a esperança de salvar os guardiões e livrar os pequenos das garras desse monstro.

É claro que o filme é bem previsível em todas as suas reviravoltas, o que não faz com que perca o crédito por toda a sua produção. A palavra magia é encontrada em cada elemento, desde o voo da Fada do Dente até a criação dos sonhos feita por Sandman. Até mesmo a Aurora Boreal torna-se um componente ainda mais deslumbrante nessa narrativa, sendo usada como um sinal para o reencontro dos heróis. O 3D não é exagerado, cheio de coisas pulando para fora da tela, é muito mais maduro, seguindo a linhagem de Valente, levando você para dentro da narrativa, tornando-o mais uma daquelas crianças em busca de um sonho bom, de uma fagulha de esperança.

E foi assim que me senti quando saí do cinema, uma criança relembrando a infância, inserida no universo mágico do faz-de-conta. Se você ainda não foi conferir essa animação, corra pois em breve ela não estará mais em cartaz. A propósito, vou deixar aqui um ritual e espero que vocês façam antes de entrar na sessão: esqueçam por alguns minutos o mundo real, entrem na sala como aquela criança inocente e cheia de sonhos pueris, aproveitem para saborear cada elemento criado por Sandman e nunca deixem de acreditar afinal, "todo mundo ama esse trenó".

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Nemo?? Que nome legal!!


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação e wall.base

Já assisti Procurando Nemo inúmeras vezes, e continuo considerando-a uma das mais belas da Pixar. Quando fiquei sabendo do seu relançamento no cinema, só que agora em 3D, fiquei extasiada. Não estava com aquela expectativa de que essa tecnologia agregaria muito ao filme, queria apenas ver todo aquele oceano cheio de personagens carismáticos nas grandes salas.

Acho difícil alguém que não conheça a jornada de Marlin atrás de seu filho Nemo, único sobrevivente de um ataque que matou sua esposa e os outros 400 ovos. Com a ajuda de Dory, uma Blue Tang com sérios problemas de memória, Marlin atravessa o oceano para salvar o filho que foi capturado por um mergulhador de Sidney. Em seu caminho ele encontra as mais variadas aventuras, desde tubarões vegetarianos à águas vivas pra lá de perigosas. O visual de fato é de encher os olhos e mesmo que o 3D não seja um grande diferencial, vale cada centavo gasto.


A crítica, por mais sutil que seja, é evidenciada em frases cômicas como quando Dory descobre que Marlin prometeu não deixar nada acontecer ao filho: “Coisa engraçada de se prometer. Se você deixar nada acontecer com ele, aí nada vai acontecer com ele.” Outro ponto a ser destacado é quando Gil, peixe do aquário em que Nemo encontra-se preso em Sidney, diz: “Afinal todo mundo sabe que todo esgoto vai para o oceano.” São frases como essas que nos fazem refletir sobre algumas atitudes.

Acredito que esse seja um dos filmes menos críticos da Pixar, principalmente se formos pensar em Wall-E onde a discussão é muito mais séria e melhor elaborada. Outro ponto a ser levantado, que li em uma tese, foi o fato de Marlin ser colocado como herói e não Dory. Mesmo com motivos muito mais fortes, o pai, em vários momentos, deixa sua visão pessimista falar mais alto, como quando ele vê que está “ficando meio vazio” dentro da baleia e Dory diz que “está meio cheio”. Por mais clichê que possa parecer, essa conversa nos revela a forma como cada um reage a determinadas situações em sua vida.

Enfim, a animação é uma das mais belas, ganhando o Oscar de Melhor Animação em 2003, e mesmo que sua visão crítica não seja das melhores, é uma grande oportunidade para os apaixonados como eu, curtirem toda essa emoção nos cinemas.

Para finalizar o post de hoje e deixá-los com aquela vontade de quero mais, não posto apenas o trailer de Procurando Nemo, mas de outra animação que promete brilhar e estourar na bilheteria do fim de ano: Origem dos Guardiões. Espero deixá-los ansiosos para sua estreia, prevista para 30 de novembro no Brasil, da mesma forma que estou.



domingo, 2 de setembro de 2012

O curto Era do Gelo

Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Tenho ido muito ao cinema e fico feliz que meu namorado partilhe da mesma paixão que eu. Dessa vez fomos assistir a aguardada animação da Blue Sky: A Era do Gelo 4. A trama começa com uma nova explicação para a Pangeia: o Scrat colocando uma noz no gelo e provocando a rachadura que separaria o único continente. É assim que Manny acaba se afastando de sua esposa e filha. Flutuando em um bloco de gelo, ele terá a ajuda de Diego e Sid para voltar ao continente e salvar a família de um alagamento.

O filme é bastante interessante, apesar de ter um roteiro muito inferior aos anteriores. Os clichês aparecem em todos os cantos seja no pai que não consegue entender a filha adolescente ou naquele comentário inapropriado que acaba magoando alguém que você gosta. Mas no geral é bem divertido.

Fiquei com muita vontade de conhecer o 4D da telinha do JK Iguatemi (shopping recém inaugurado em São Paulo). Para quem não conhece, essa tecnologia além de contar com o 3D que já conhecemos, possui cadeiras que tremem, água sendo jorrada nos óculos, além do cheiro exalado em determinados momentos. Deve ser bastante interessante sentir o aroma de uma frutinha quando ela é esmagada durante o filme, mas deve ser irritante sentir a cadeira se movendo constantemente, apesar de que com o tempo de duração desse “longa” acho que isso não seria um problema. Antes de finalizar esse parágrafo, informo para aqueles que se interessaram que o valor do ingresso não é nada acessível e pode chegar a custar R$ 70.



O divertido Madagascar rendeu-me duas visitas ao cinema, quanto a esse A Era do Gelo, uma ida já foi o suficiente. Espero que a produtora seja inteligente para perceber que essa aventura já rendeu mais do que era esperado e que é melhor parar nessa Pangeia mesmo.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A ruiva da Pixar


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Há algumas semanas fui ao cinema com meu namorado para apreciarmos o novo longa da Pixar. Depois de produzir filmes como Wall-E e Ratatouille, Valente deixou a desejar em alguns aspectos do roteiro, mas os efeitos visuais ainda são de encher os olhos.

Merida é a princesa protagonista dessa história que possui um espírito livre e não quer seguir a tradição do rei. Seus cabelos ruivos e revoltos revelam traços de sua personalidade e o amadurecimento da Pixar na criação de animação.

A história se passa na Escócia e, devo admitir, o cenário é sensacional. O 3D desse longa é mais maduro, não se fazendo presente em cenas com coisas saindo da tela a todo momento, mas com a profundidade da paisagem que chega a nos colocar dentro das telinhas. O roteiro recebe grande influência dos clássicos da Disney, repetindo a história do Conto de Fadas com um final mais moderno.

Esse com certeza não será aquele filme que fará você chorar de rir, mas é perfeito para assistir com a mãe, já que esse amor é evidenciado em cada minuto da trama. A Pixar ainda tem muito a crescer, mas a cada dia mostra-se mais madura e capaz de impressionar públicos de todas as idades.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um show em massinha


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Como já disse, sou apaixonada por animação, filmes feitos quadro a quadro com personagens em massinha sempre me fascinaram; não apenas pela dificuldade em sua produção, mas por sua raridade em aparecer nas telas de cinema. Por essas e outras características, dei um pulinho no cinema com minha mãe para apreciar o Piratas Pirados!.

O último filme desse gênero que pude assistir foi Marry & Max, muito bonito, apesar de ter um roteiro um pouco lento que me deixou entediada em alguns momentos. Com esse não foi muito diferente, apesar de ser mais dinâmico e com uma temática muito mais divertida e menos didática.

A trama narra a história do Capitão Pirata e sua tripulação em busca do prêmio de Pirata do Ano. Entre invasões frustradas e uma visita ao país da Rainha Vitória eles se metem nas mais divertidas confusões em virtude da inocência (com o perdão do eufemismo) do capitão. E como de praxe, a lição de moral não é deixada de lado revelando mais uma vez o valor da amizade.

Sai do cinema com a sensação de que podia ser melhor, faltou um "algo mais" que garantiria maior notoriedade ao roteiro. Depois do genial Fuga das Galinhas, a produtora Aardman poderia ter feito algo muito mais brilhante.

O filme não está mais em cartaz, mas para quem se interessou, vale a pena um pulinho nas locadoras para garantir algumas risadas.



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Um show em 3D



Texto: Luciana Bender/ Foto: Divulgação

Devo admitir que nos últimos dias fui muito ao cinema, tanto com minha mãe quanto com meu namorado. Eu já imaginava que Madagascar 3 – Os procurados seria interessante, mas o que vi me surpreendeu. Uma narrativa cativante e cheia de coisas saindo das telas a todo o momento.

Nessa nova aventura os quatro amigos: Melman, Glória, Alex e Marty querem mais uma vez voltar ao zoológico de Nova Iorque. Como de costume, no trajeto eles acabam se perdendo e vão parar na Europa, onde se tornam procurados pela oficial francesa DuBois. Com uma parede cheia de animais empalhados, essa perseguidora, com um faro pra lá de apurado, passa a caçá-los com um único intuito: completar sua coleção. Em uma fuga desenfreada, eles acabam entrando em um trem com animais de circo. E é aí que surge uma nova amizade com aquela pitadinha de lição de moral.

O roteiro rende boas risadas e uma visita dupla ao cinema. As cores são impressionantes e a apresentação final do circo coloca até mesmo o Cirque du Soleil no chinelo. A trilha sonora não deixa a desejar, e até mesmo Katy Perry marca presença com a sua belíssima música Firework.

Ver o trailer da continuação de uma das minhas animações preferidas, Meu malvado favorito, foi um dos momentos mais felizes da noite, pelo menos para mim. Ainda mais por saber que já há uma previsão de estreia: 2013. Divirtam-se com a prévia que separei para vocês!



É claro que eu não podia deixar de postar o trailer dessa animação da Dreamworks. Com vocês, Madagascar 3!!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Lorax: o defensor das árvores

Texto: Luciana Bender/ Foto: Divulgação 

Minha paixão por cinema estende-se por diversos âmbitos. A última ida às salinhas escuras rendeu muitas risadas, uma nova visão e uma admiração ainda maior pelo estúdio Illumination Entertainment, mesmo que produziu a adorável animação Meu malvado favorito.

Lorax definitivamente é um filme ecologicamente correto. A história é contada com uma cidade de plástico como pano de fundo. Pode parecer absurdo, mas nessa sociedade do futuro vendem-se garrafas com ar e árvores de plástico cada vez mais modernas.

A narrativa é contada de forma não-linear, o que muito me agrada, em cenas cada vez mais coloridas. Impossível não se encantar com um ursinho chamado Pimpolho, não sentir raiva de uma família interesseira e não querer entrar no time de Lorax, o defensor das árvores.

O roteiro narra a história de Umavez-ildo, um jovem que sai de casa em busca do sonho de produzir um sneed, produto inovador com muitas utilidades. Ao encontrar uma floresta repleta de trúfulas (árvore com folhas fofas, fortes e cheirosas) ele acaba cego pela ganância e no lugar de uma paisagem colorida, deixa apenas o cinza da destruição em seu lugar.

Com músicas divertidas (sim, é um musical), falas bem pensadas e um tema muito atual, o roteiro bate várias vezes na tecla do desmatamento e suas conseqüências. Impossível sair da sala e não se questionar sobre o futuro do planeta. 

E a crítica não se limita ao futuro do verde, mas cita também a postura das grandes empresas, que chegam a monopolizar determinados serviços em prol apenas do seu lucro e crescimento. Outro ponto a ser destacado é a plastificação da sociedade, que aceita pacificamente todas as mudanças e destruições, mas prefere acreditar que tudo está bem.


Com a máxima do filme: “A menos que você se importe de montão nada vai mudar. Não vai não!”, termino esse texto com consciência do que podemos, e devemos fazer.






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