--- Frase de Agora! ---
"A água é para os escolhidos
Mas como podemos esperar que sejamos nós..
... eu e você?"

Máquina do Tempo: Vaga Viva do Coletivo Ideia Nossa. A única vaga viva do lado de cá da ponte =) Vaga Viva do Ideia Nossa

Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui?
Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Poemas de Janeiro e suas Inspirações

Che Guevara (Gael García Bernal) era um jovem estudante de Medicana que, em 1952, decide viajar pela América do Sul com seu amigo Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). A viagem é realizada em uma moto, que acaba quebrando após 8 meses. Eles então passam a seguir viagem através de caronas e caminhadas, sempre conhecendo novos lugares. Porém, quando chegam a Machu Pichu, a dupla conhece uma colônia de leprosos e passam a questionar a validade do progresso econômico da região, que privilegia apenas uma pequena parte da população.

Donwload: http://www.baixeturbo.org/2009/01/download-diarios-de-motocicleta.html


Sr. Yuzo me emprestou esse filme e assim que o assisti escrevi os primeiros versos do ano, pra quem não assistiu vale muito a pena e para quem não leu o poema aqui está:

Primeiro Poema (Revolucionário) do Ano

Rodeado de sombras revolucionárias...
Sombras revolucionárias me rodeiam...

E elas impedem meu sono!
Poderia vir feliz e saltitante à frente do monitor
Mas eu quero durmir!
E há algo que tira meu sono

Envolto a tantas idéias...
Essas idéias me envolvem...

E elas impedem meu sono!
Poderia escrever algo mais feliz, mais pós-revolução
Mas eu quero durmir!
E há algo que tira meu sono

Rodeado de sombras revolucionárias...
Sombras revolucionárias me rodeiam...

E elas impedem meu sono!
Mas eu realmente não quero durmir
Eu quero mudar algo!
E há algo que me põe desperto à mudanças

Envolto a tantas idéias...
Essas idéias me envolvem...

E elas impedem meu sono!
Mas eu poderia ao menos relatar em versos-pré-revolução
Que eu quero mudar algo!
E há algo que me põe desperto à mudanças

...E há algo que tira meu sono e me põe desperto à mudanças...

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"Sua pressa vale uma vida?"


Homenagem à Márcia from Lilx on Vimeo.

Uns dias depois fiquei sabendo da ciclista que foi atropelada na Paulista e que na homenagem eu, Ge e Yuzo fomos pedalar juntos com o pessoal da bicicletada, então resolvi escrever algo sobre.

A Cidade Pulsa

A cidade pulsa
Entre veias e artérias
Bombam carros, ônibus e ciclistas

A cidade pulsa
E entre artérias entupidas
Buscamos apenas por espaço e respeito

A cidade pulsa
E entre veias poluídas
Sangue inocente desperta mais revolução

E a cidade pulsa
E a cidade continua pulsando
Então que a cidade pulse aos gritos de revolução!

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Essa música:

Legião Urbana - Vento no Litoral


Inspirou esse quadro (de autoria de nossa amiga Maga) :



Que inspirou uma canção que fiz aos moldes de transformar cores em notas... e aqui está a letra:

O sol já vai baixo
E não sei o que cantar
Estico minha rede
É melhor eu me deitar

Queria ser o mar
E então tocar no sol
Enfim respirar
É melhor do que me perder

...de mim mesmo

E não há mais Vento no Litoral
Que possa me causar mal

Eu vou é esticar minha rede e deitar
Pra cantar, sonhar, voar

Pra bem longe...

O céu está a escurecer
E logo a lua chegará
Entre as árvores nem sei o que fazer
É melhor esperar

Queria como a lua ser
E então sentir o sol
Na noite sem fim a aquecer
É melhor do que ter uma alma longe

...de mim mesmo

E não há mais Vento no Litoral
Que possa me causar mal

Eu vou é esticar minha rede e deitar
Pra cantar, sonhar, voar

Pra bem longe...

Bem longe disso tudo
Eu vou é descer até a praia e ver o mar
Fugir dessa selva de pedra
Eu só quero é descansar

Lálálá lálálálá
Lálálá lálálálá

Eu só quero descansar
Eu só quero é descansar

Lálálá lálálálá
Lálálá lálálálá

Eu só quero é descansar
Eu só quero, como quero, descansar

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Eterna Criança

Linkando com o link Naftaleno do post sobre escola.

Essa é uma das primeiras canções que compus na vida, talvez por isso ela tenha esse ar inocente, e musicalmente ela também é simples, de poucos acordes, e dedilhados curtos e retos, fica também na lista de um dia gravar e postar por aqui.
Não sei se fica muito claro apenas lendo, mas a música é um diálogo entre um eu-lírico criança e um eu-lírico em tranformação para a fase adulta, aliás eu-lírico que tem demasiado de mim, ao tocar isso é acentuado pelo fato de alguns versos serem dedilhados e outros tocados em biacorde.
Bom, espero que gostem, e espero um dia postá-la em áudio ou vídeo para vocês.

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Eterna Criança

Deixe me ser sua Eterna Criança
Apenas não quero crescer
Brincar e sorrir, sonhar e fazer

Tudo poderia ser perfeito...

Paz, amor e felicidade certa
Para uma criança isso nunca será somente um sonho

Inutilidade encontrada em minhas mãos
A lei dos tolos permanece
Nesse mundo de interrogações
Me pergunto se estou louco?!

Deixe me livre!
Deixe me ser!
Nunca quero deixar de ser criança

Por que não posso deixar o chão?
E voar com aqueles navios no céu
Por que não posso pensar com o coração?

O amor é a coisa mais bela que existe...

Escolhas a tomar, trilhas a seguir
Confusões em caminhos incertos
E a Eterna Criança continua a sorrir
Enquanto eu fico aqui!

Tentando resolver a aritimética da razão
Tentando pôr vírgulas no seu coração
Tentando ficar com os pés no chão
Tentando e tentando só pra não ouvir sermão

Não me deixe crescer!
Não me deixe morrer!
Nunca quero deixar de ser criança
Deixe me ser a Eterna Criança

Ei amigo pare de tentar
Seja você...seja você
Há uma criança pra se libertar

Deixe ela correr por aí...

Índios II - Nem Todo Índio é Parente

É triste como os primeiros moradores de nossas terras foram tratados, os números chegam a estimar que viviam até 100 milhões de índegenas quando Colombo aportou por essas bandas, e saber que hoje eles são apenas 10% da população americana e apenas 0,5% da população brasileira é desesperador. Tem muito sangue espalhado na nossa história... Bom mas vamos para mais uma parte.

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Nem Todo Índio é Parente

Hoje, a população indígena da América Latina é estimada em cerca de 50 milhões, dos quais 24 milhões vivem na Bolívia, Equador, Guatemala, México e Peru. Eles estão também na América do Norte, no Canadá e nos Estados Unidos. Os povos mais ao norte do continente vivem no círculo polar ártico. São os inuits, ou esquimós. Já nos Estados Unidos são proprietários de empreendimentos milionários, como a tribo Seminole, proprietária de cassinos na região de Kissimmee, na parte setentrional da Flórida. Não há laços genéticos entre esses povos. Cada um tem sua própria identidade e heranças de DNA diferentes.
Na América Latina, os índios se misturaram bastante aos antigos colonizadores. A maioria dos latino-americanos é de mestiços, mistura de indígenas e europeus, além dos negros: os indígenas e os mestiços juntos representam 85% da população do México, Bolívia, Panamá e Peru, 90% da do Equador e chegam a ser mais expressivamente representados no Chile, Honduras, El Salvador e Paraguai, de acordo com pesquisa do Banco Mundial publicada em 2004.
Os camponeses indígenas constituem 60% da população total da Bolívia e da Guatemala. De toda a América Latina, o Uruguai é o único país que não possui população indígena. A Argentina também é majoritariamente européia do ponto de vista da sua composição étnica, apesar da presença no norte do país.
O México concentra o maior número de índios do centro-norte do continente, com 12,7 milhões de pessoas, seguido da Guatemala, com seis milhões (a metade da população), segundo o relatório anual "O Mundo Indígena" de 2005.
Os índios na América do Sul vivem principalmente na região do planalto. A Bolívia, com 37 povos indígenas, possui mais de cinco milhões, 60% de seus habitantes. Em proporção à população total, a Bolívia é seguida pelo Equador, onde os índios representam 35% dos 12,5 milhões de cidadãos, e pelo Peru, com uma percentagem similar, o que significa cerca de oito milhões de indígenas.
Entre as principais comunidades indígenas que habitam a América, estão a maia, a quíchua, a mapuche, a aimara e a guarani. A civilização maia cobre um território de meio milhão de quilômetros quadrados que se estende por Belize, El Salvador, Guatemala, Honduras e vários estados mexicanos do sul.
No México, sua principal área de residência, vivem 12,7 milhões de indígenas, com um total de 62 idiomas, entre os quais se destacam o náhuatl, o zapoteco, o mixteco, o txeltal e o txotzil.
A cultura quíchua é descendente da inca e habita principalmente a região andina (Equador, Peru e Bolívia). Cerca de 15 milhões de pessoas em sete países (Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Peru) falam esta língua, das quais quase a metade vive em seis departamentos do Peru, país onde o quíchua é um dos três idiomas oficiais junto com o castelhano e o aimara.
Os quíchuas destacam a comunidade como forma de vida. Em matéria religiosa mantêm um sincretismo entre a tradição inca e o cristianismo. Os aimaras compartilham território com os quíchuas, mas sua maior concentração fica na Bolívia, no Peru, no norte do Chile e na Argentina.
Na Bolívia, a população que fala o idioma dos aimaras supera um milhão e meio de pessoas, número muito parecido com o do Peru. O "cholo" (mestiço) peruano Alejandro Toledo e o índio boliviano Evo Morales foram os primeiros membros das comunidades quíchua e aimara, respectivamente, a ocupar a chefia de um país.
Os aimaras respeitam e reivindicam como sinal de identidade a folha de coca, da mesma forma que os quíchuas apostam na coletividade e possuem um estrito código de honra que exige não roubar, não mentir, nem ficar ocioso.
Com seu vínculo com a terra, são preferencialmente agricultores e cultuam a natureza - sol e terra, sobretudo - e os ancestrais.
A cultura guarani, originária da Amazônia, predomina principalmente no Paraguai, onde 90% de seus 5,7 milhões de habitantes falam o idioma, co-oficial ao lado do espanhol. Além disso, têm presença em países como a Bolívia, com 62 mil pessoas, o Brasil, com 30 mil, e Argentina, com cerca de 15 mil.
Segundo o estudo do Banco Mundial "Povos indígenas, pobreza e desenvolvimento humano na América Latina: 1994-2004", todos estes povos, com exceção dos norte-americanos, vivem uma realidade comum de marginalidade e pobreza, aspectos percebidos nos baixos indicadores de desenvolvimento em educação e saúde.

As etnias no Brasil

As etnias que predominam no Brasil são os Tupis, Guaranis e Jês. Na época do descobrimento, há estimativas de que existiam cerca de 3,5 milhões de habitantes nativos, que se dividiam em quatro grupos lingüísticos e culturais. Eram os Jês, os Tupis, Aruaque e Caraíbas. Os Tupis ocuparam o litoral e expulsaram para o interior os outros grupos.
A cultura Tupi era muito difundida pelo Brasil e sua língua, a mais falada no tempo de colônia. Até o século 17, o tupi era falado por todo o território nacional, até que foi proibido pelo Marquês de Pombal. Era a língua dos bandeirantes, de Tibiriçá, do cacique Araribóia. Atualmente, os povos de língua Tupi ainda se concentram no litoral brasileiro. Mas, existem Tupis na Amazônia, como os Araweté, no Pará. Os Jês incluem a maioria das sociedades indígenas do cerrado, mas não todas. Também abrangem os timbiras e os caiapós, do norte do país. E são considerados povos aguerridos. Já os Guaranis, habitam os estados do Mato Grosso do Sul e do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul. Se divide em três subgrupos, os caiouá, embiá e nhandeva.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Dear Mr. President - Pink



Querido Sr. Presidente
Venha dar uma volta comigo
Vamos fingir que somos apenas duas pessoas e
Você não é melhor do que eu
Eu gostaria de fazer-lhe algumas perguntas se pudermos conversar honestamente

O que você sente quando vê tantos sem-tetos nas ruas?
Por quem você reza a noite antes de dormir?
O que você sente quando olha no espelho?
Você está orgulhoso?

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a sua cabeça erguida?
Você consegue pelo menos me olhar nos olhos
E me dizer como?

Querido Sr. Presidente
Você era um garoto sozinho?
Você é um garoto sozinho?
Como você pode dizer
Que nenhuma criança é deixada para trás
Nós não somos bobos e não somos cegos
Eles estão todos sentados em suas celas
Enquanto você abre o caminho para o inferno

Que tipo de pai tiraria os direitos da própria filha?
E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay?
Eu posso só imaginar o que a Primeira-dama tem a dizer
Você veio de um longo caminho de uísque e cocaína

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não tem a chance de dizer adeus?
Como você anda com a cabeça erguida?
Você consegue pelo menos me olhar nos olhos?

Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Salário minimo com um bebê a caminho
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Reconstruir sua casa depois que as bombas a levaram embora
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro:
Construir uma cama com caixas de papelão
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Você não sabe nada sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Oh

Como você dorme a noite?
Como você anda com a cabeça erguida?
Querido Sr. Presidente
Você nunca daria uma volta comigo...
Daria?

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Exposicao "Gandhi, King, Ikeda – Pelo Ideal do Humanismo"

Evento: Exposicao "Gandhi, King, Ikeda – Pelo Ideal do Humanismo"
Início: 3rd Feb 2009
Final: 20th Feb 2009
Duração: 18 day(s)
Localidade: Brazil
Web:
Detalhes do evento:De 3 a 20 de fevereiro, na sede da Prefeitura de São Paulo

A Prefeitura de São Paulo, pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente, traz para nossa cidade a exposição "Gandhi, King, Ikeda – Pelo Ideal do Humanismo", conjunto de fotos que retrata o legado de três grandes líderes mundiais: Mahatma Gandhi, Martin Luther King e Daisaku Ikeda. Embora de culturas diferentes, cada um dos três homenageados empenhou-se em ações humanísticas, voltadas à luta contra a violência, pelos direitos humanos, justiça e paz.
São também parceiros nessa realização a Umapaz – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz e a Capela Internacional Martin Luther King Jr. da Faculdade Morehouse, de Atlanta, nos EUA. A idéia de montar essa mostra foi do próprio diretor dessa Faculdade, Dr.. Lawrence Carter, para ampliar a visão dos cidadãos comuns de todo o mundo sobre a questão da paz e do humanismo.
Desde 1999 vem percorrendo países como Canadá, Alemanha, França, Itália, Índia, Nova Zelândia, Bolívia, além dos EUA. Foram sempre exibidas em universidades, pois é desejo do idealizador fomentar a classe acadêmica com as idéias da tríade de pacifistas. Em São Paulo, excepcionalmente, a mostra com 46 painéis será instalada na sede da Prefeitura, uma das realizadoras do evento.
A BSGI foi convidada a apoiar a iniciativa, especialmente na divulgação. Daisaku Ikeda é o único personagem vivo da mostra, por isso espera-se que todos os associados possam prestigiar. Reforço também para atrair público acadêmico, lideranças comunitárias e ONGs, assim como todos os interessados em conhecer e aprender com a trajetória e o legado desses três humanistas. Na essência, a exposição traduz o espírito da liberdade, justiça, valores e reforma do ser humano, partindo da atitude individual para o movimento coletivo.

GANDHI, KING, IKEDA – PELO IDEAL DO HUMANISMO
Visitação: 3 a 20 de fevereiro de 2009 (segunda à sexta, das 8 às 19hs)
Local: Prefeitura da Cidade de São Paulo – Gabinete do Prefeito.
Endereço: Viaduto do Chá, 15 – Centro – São Paulo
Entrada Franca

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Caeiro em Pessoa

Li hoje quase duas páginas
Do livro dum poeta místico,
E ri como quem tem chorado muito.

Os poetas místicos são filósofos doentes,
E os filósofos são homens doidos.

Porque os poetas místicos dizem que as flores sentem
E dizem que as pedras têm alma
E que os rios têm êxtases ao luar.

Mas flores, se sentissem, não eram flores,
Eram gente;
E se as pedras tivessem alma, eram cousas vivas, não eram pedras;
E se os rios tivessem êxtases ao luar,
Os rios seriam homens doentes.

É preciso não saber o que são flores e pedras e rios
Para falar dos sentimentos deles.
Falar da alma das pedras, das flores, dos rios,
É falar de si próprio e dos seus falsos pensamentos.
Graças a Deus que as pedras são só pedras,
E que os rios não são senão rios,
E que as flores são apenas flores.

Por mim, escrevo a prosa dos meus versos
E fico contente,
Porque sei que compreendo a Natureza por fora;
E não a compreendo por dentro
Porque a Natureza não tem dentro;
Senão não era a Natureza.

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Depois de terminarmos a "primeira temporada" de Gaia, queria postar este poema que tivemos o prazer de assistir em uma peça sobre Fernando Pessoa. Um teatro humilde, mas com grandes profissionais no palco do teatro, e em outros dias, no das escolas.
Que sirva também para inspirar à leitura do grande mestre e amante de Gaia, Alberto Caeiro.
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