--- Frase de Agora! ---
"A água é para os escolhidos
Mas como podemos esperar que sejamos nós..
... eu e você?"

Máquina do Tempo: Vaga Viva do Coletivo Ideia Nossa. A única vaga viva do lado de cá da ponte =) Vaga Viva do Ideia Nossa

Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui?
Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Um show em massinha


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Como já disse, sou apaixonada por animação, filmes feitos quadro a quadro com personagens em massinha sempre me fascinaram; não apenas pela dificuldade em sua produção, mas por sua raridade em aparecer nas telas de cinema. Por essas e outras características, dei um pulinho no cinema com minha mãe para apreciar o Piratas Pirados!.

O último filme desse gênero que pude assistir foi Marry & Max, muito bonito, apesar de ter um roteiro um pouco lento que me deixou entediada em alguns momentos. Com esse não foi muito diferente, apesar de ser mais dinâmico e com uma temática muito mais divertida e menos didática.

A trama narra a história do Capitão Pirata e sua tripulação em busca do prêmio de Pirata do Ano. Entre invasões frustradas e uma visita ao país da Rainha Vitória eles se metem nas mais divertidas confusões em virtude da inocência (com o perdão do eufemismo) do capitão. E como de praxe, a lição de moral não é deixada de lado revelando mais uma vez o valor da amizade.

Sai do cinema com a sensação de que podia ser melhor, faltou um "algo mais" que garantiria maior notoriedade ao roteiro. Depois do genial Fuga das Galinhas, a produtora Aardman poderia ter feito algo muito mais brilhante.

O filme não está mais em cartaz, mas para quem se interessou, vale a pena um pulinho nas locadoras para garantir algumas risadas.



sexta-feira, 6 de julho de 2012

“Janeiros... Pirou Jussara? Pendurar a Vovó no Banheiro?"

Mudei-me de Taboão da Serra e da bacia do Pirajuçara, onde era vizinho do córrego Poá faz aproximadamente um ano, hoje resido na bacia do Rio Cotia, bem próximo do Córrego de Caucaia do Alto, mas meus amigos e 21 anos de vida ainda estão lá pertinho do córrego Pirajuçara e ainda me interesso mais pelos problemas urbanos de lá do que os problemas da bacia em urbanização de cá.

Pois bem, passeando pelo reader encontrei em um dos blogs taboanenses que acompanho a divulgação dessa peça teatral de um coletivo que infelizmente não conhecia ainda, mas que de hoje em diante passarei a frequentar (em outubro estreará uma peça sobre Darwin imperdível!).

Dia 16 de junho estava na Rua Augusta, no coração da metrópole paulista com amigos fazendo trabalho da faculdade quando lembrei da estréia da peça e fui para Taboão encontrar companhia para mais esse rolê cultural.

Eu tinha mais do que a motivação da arte teatral em si, tenho um carinho e preocupação enormes pela bacia (que quase foi tema do meu trabalho de graduação, mas por "n" motivos acabei realizando um estudo de caso na bacia do córrego Jurubatuba em São Bernardo do Campo) e ainda trabalho com projetos de controle de inundações. Logo, era quase que obrigação estar presente nessa peça.

Não vou ficar resenhando o espetáculo, pois o David da Silva já o faz muito bem abaixo. Sei que saímos do teatro rindo muito das situações cômicas/trágicas apresentadas e ainda com um martelinho batendo uma pergunta incessantemente em nossas cabeças: "quando isso tudo vai mudar?".

Em uma passagem da peça são citados todos os prefeitos da cidade de São Paulo que se comprometeram em algum momento de suas campanhas a resolver os problemas das inundações e todos sabemos o resultado de suas promessas.

Só que esse problema não será resolvido pelos governantes através de canalizações ou piscinões, da maneira que muitas pessoas pensam, . Todo rio tem seu leito de cheia e enquanto as pessoas morarem nas áreas de preservação como os fundo de vale (muitas vezes em cima do rio) ou em topos de morro haverá risco. Será através de medidas não-estruturais para controle do uso e ocupação do solo com redução das áreas impermeáveis na bacia e políticas habitacionais/ambientais eficientes que muitas famílias não precisarão mais pendurar a vovó no banheiro.

Boa leitura e bom espetáculo a todos!

@alvarodiogo "Compartilhe suas ideias"
http://www.ideianossa.blogspot.com

-----

Texto: Bar e Lanches Taboão/ Foto: Divulgação



Drama das enchentes vira comédia no Teatro Encena

 Manifestação contra as enchentes tumultua casamento. Foto: Wagner Pereira 
Fazendo graça já no título com o nome do córrego, “Janeiros... Pirou Jussara? Pendurar a Vovó no Banheiro?”, de Gilberto Amêndola, reflete com humor cáustico o drama das comunidades vitimadas ano a ano pelas enchentes.
A produção do espetáculo se baseou em depoimentos de moradores vizinhos aos córregos da região, e em notícias de jornais que estampam há décadas as mesmas manchetes sobre transbordamentos.

Segredo evidente
O segredo do sucesso das montagens da Cia. de Teatro Encena é bem evidente. Aquela é uma trupe unida pelo amor. Certa feita levei duas amigas àquele teatro. No dia seguinte a atriz Lídia Sant’anna me perguntou se elas tinham gostado do lugar. “Quando vai gente nova lá, eu fico querendo que elas gostem. É como se elas estivessem indo na minha própria casa”, justifica Lídia.
Na semana passada meu amigo Beline Prado foi ver a peça. Como não sabia a localização exata do teatro, perguntou a um morador de rua. “Você vai no casamento?”, disse o mendigo. “Não, eu vou num teatro que tem por aqui”, retrucou Beline. “Pois então. Você vai no casamento. É alí”, apontou o morador de rua.
Isto mostra que o objetivo dos artistas foi atingido. A peça já entrou na alma do povo.
Vá assistí-la neste sábado, e você também ficará sabendo o por quê.


Quando? Todos os sábados até 29 de setembro
Horário? Às 20h30
 Preço? Entrada franca!
Janeiros... Pirou Jussara? Pendurar a Vovó no Banheiro?
De Gilberto Amêndola. 
Com: Cadu Camargo, Claudio Bovo, Fernanda Garcia, Flavia D´Álima, Jeff Mendes, Orias Elias, Sylvia Malena, Thânia Rocha, Walter Lins, e Zu Vieira.



Teatro Encena
Rua Sargento Estanislau Custódio, 130
Fone: 2867-4746

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Participe da Gestão do seu parque!


Texto: UMAPAZ/ Foto: Álvaro Diogo/Priscila Oliveira

Parques estão com inscrições abertas para eleições dos Conselhos Gestores.

Vários parques da capital terão novas eleições dos conselhos gestores no segundo semestre de 2012. São eles: Alfredo Volpi, Anhanguera, Barragem, Burle Marx, Carmo, Cidade de Toronto, Cordeiro, Ecológico Profº Lydia Natalizio Diogo/Vila Prudente, Ibirapuera, Jardim Felicidade, Luz, Previdência, Vila Guilherme/Trote e Vila Silvia.

Praça da Paz no Parque Ibirapuera - outono de 2010
Os interessados em participar como  candidatos  do processo eleitoral podem se inscrever nas administrações dos respectivos parques, de domingo a quinta-feira, das 9h às 17h até o dia 15 de julho. Qualquer pessoa maior de 18 anos, residente na área da abrangência da Subprefeitura  à qual o parque pertence - exceto os Parques Jardim da Luz e Ibirapuera, que têm abrangência regional e municipal - pode concorrer. Além disso, é necessário estar munido de RG original e cópia, comprovante de residência e carta de intenção do candidato. Em caso de representantes de entidades, movimentos e instituições, é preciso ter sede ou estar localizada na cidade de São Paulo, estatuto social, CNPJ da entidade, comprovante de endereço da sede, e carta de indicação do representante do movimento assinada pela presidência.
Os conselhos gestores dos parques têm como função ampliar a participação popular na gestão dos mesmos, participar da elaboração e aprovar o planejamento das atividades, propor medidas visando a organização e a manutenção do parque, melhoria do sistema de atendimento aos usuários, defesa dos direitos dos trabalhadores e a consolidação de seu papel como centro de lazer e recreação, unidade de conservação e educação ambiental.
Os conselhos são compostos por representantes dos usuários, representantes de movimentos, instituições ou entidades, representantes dos trabalhadores e, ainda, repesentantes indicados pelo poder Legislativo. Ao todo são 18 conselheiros titulares e 18 suplentes em cada um dos parques.
A eleição acontecerá dia 29 de julho e qualquer pessoa, maior de 16 anos e residente nas áreas de abrangência das Subprefeituras poderá votar, mediante a apresentação de RG ou CNH e comprovante de residência.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Um show em 3D



Texto: Luciana Bender/ Foto: Divulgação

Devo admitir que nos últimos dias fui muito ao cinema, tanto com minha mãe quanto com meu namorado. Eu já imaginava que Madagascar 3 – Os procurados seria interessante, mas o que vi me surpreendeu. Uma narrativa cativante e cheia de coisas saindo das telas a todo o momento.

Nessa nova aventura os quatro amigos: Melman, Glória, Alex e Marty querem mais uma vez voltar ao zoológico de Nova Iorque. Como de costume, no trajeto eles acabam se perdendo e vão parar na Europa, onde se tornam procurados pela oficial francesa DuBois. Com uma parede cheia de animais empalhados, essa perseguidora, com um faro pra lá de apurado, passa a caçá-los com um único intuito: completar sua coleção. Em uma fuga desenfreada, eles acabam entrando em um trem com animais de circo. E é aí que surge uma nova amizade com aquela pitadinha de lição de moral.

O roteiro rende boas risadas e uma visita dupla ao cinema. As cores são impressionantes e a apresentação final do circo coloca até mesmo o Cirque du Soleil no chinelo. A trilha sonora não deixa a desejar, e até mesmo Katy Perry marca presença com a sua belíssima música Firework.

Ver o trailer da continuação de uma das minhas animações preferidas, Meu malvado favorito, foi um dos momentos mais felizes da noite, pelo menos para mim. Ainda mais por saber que já há uma previsão de estreia: 2013. Divirtam-se com a prévia que separei para vocês!



É claro que eu não podia deixar de postar o trailer dessa animação da Dreamworks. Com vocês, Madagascar 3!!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Papel de Parede - Julho 2012


Amigos da natureza, no ano de 2012 faremos homenagem às nossas queridas irmãs árvores, sendo que a cada mês enviaremos um papel de parede com uma espécie.


Elas fazem parte do calendário Nossas Árvores, da Editora Irdin (www.irdin.org.br), caso deseje adquirí-lo entre em contato com a editora.


Já está disponível no site do Instituto Nina Rosa para download gratuito e circulação livre, o papel de parede do mês de julho de 2012. 


Para baixá-lo gratuitamente, clique abaixo na dimensão mais adequada ao seu monitor, salve imagem como, clique nela com o botão direito do mouse e defina-a como papel de parede.

A reprodução é livre.

Dimensões:
800x600 / 1024x768 / 1280x800 / 1280x1024 / 1360x768 / 1440x900

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Papel de Parede - Junho 2012


Amigos da natureza, no ano de 2012 faremos homenagem às nossas queridas irmãs árvores, sendo que a cada mês enviaremos um papel de parede com uma espécie.

Elas fazem parte do calendário Nossas Árvores, da Editora Irdin (www.irdin.org.br), caso deseje adquiri-lo entre em contato com a editora.



Já está disponível no site do Instituto Nina Rosa para download gratuito e circulação livre, o papel de parede do mês de Junho de 2012.

Para baixá-lo gratuitamente, clique abaixo na dimensão mais adequada ao seu monitor, salve imagem como, clique nela com o botão direito do mouse e defina-a como papel de parede.

A reprodução é livre.

Dimensões:
800x600 / 1024x768 / 1280x800 / 1280x1024 / 1360x768 / 1440x900

sábado, 2 de junho de 2012

Reencontrando a mente coração

Aqui estou mais um dia, na correria e arranjando um tempinho pra postar no IN! :) Coisa que não faço há tempos!

Não, ainda não tive tempo pra escrever um post pra valer, mas achei digno vir aqui compartilhar essa leitura maravilhosa.

Estou passando por um momento de imersão e entrega para meu trabalho de graduação da faculdade e como tudo na vida isso tem seu lado bom e ruim.

O lado bom é que nunca aprendi tanto. Sentar na frente de uma pilha de livros sem um professor explicando e resolver diversas equações nunca antes resolvidas e acima de tudo compreender o conceito por trás, é uma experiência no mínimo enriquecedora.

O lado ruim é que nunca estive com tão pouco tempo livre. Ficar depois do horário no escritório e passar os finais de semana em cima do trabalho acabam nos afastando um pouco dos amigos e até de nós mesmos.

Estava pensando no meu lado técnico e como estava tendo que usar tanto a mente ultimamente para escrever e desenvolver o trabalho e a forma com que isso tinha afastado de mim um pouco de alma e coração.

Foi quando recebi esse texto de uma amada amiga que me fez tão bem, me confortou de uma forma tão especial e logo resolvi postar aqui para que vocês possam desfrutá-lo também. Foi excelente para lembrar-me de observar minha própria mente com mais astúcia, de dedicar-me um pouco mais a mim e me levar mais sério,  de penetrar mais pacientemente nas minhas emoções, de me atentar para as coisas que posso levar adiante com liberdade e principalmente me lembrou de despertar, para então sonhar.

O autor, Breno Xavier, escreve no Blog de Notícias do Raiar onde há muitos outros textos excelentes e vale a visita!

@alvarodiogo "Compartilhe suas ideias"
http://www.ideianossa.blogspot.com


-----


Amáveis,

Por onde começamos? Nós começamos por onde estamos. E onde estamos? Aqui. E onde é aqui? Aqui é onde você está. E quem é você? Quem?

Certa vez, uma mulher cuja vida foi uma de violência e privação se levantou perante um monge e disse: “Essa compaixão e esse amor dos quais você tanto fala, eu nunca os tive em minha vida!” Por um instante, o monge silenciou. Então, assumindo uma postura irada de mãe amorosa, o monge respondeu: “Aos dezoito anos eu estava sentado entre líderes mundiais que riam da minha cara. O meu país foi destroçado, as pessoas esquartejadas. Meus parentes, amigos e professores foram mortos. Estou impedido de voltar para minha casa.” A mulher ouvia, o coração palpitava. O monge prosseguiu: “Não há nada que eu possa fazer para aliviar a sua dor. Mas talvez eu possa oferecer algo.” Então, o monge levantou-se e, abrindo passagem por entre as demais pessoas, foi ter com a mulher. Ao se aproximar, deu-lhe o mais poderoso dos abraços maternos.

Para a grande maioria de nós, o mundo é sofrimento. Grande parte do tempo debatemo-nos em sensações angustiantes de insatisfação, frustração e impotência. Aquilo que chamamos de prazeres são, para quase todos nós, um mero intervalo entre uma tensão e outra. Não há descanso neste mundo. Tudo é trabalho. Tudo é esforço. Tudo é fome. A saciedade é quase sempre tão efêmera quanto minúsculas aleluias. Bebemos para ter sede. Subimos para descer. Acumulamos para perder.  Nunca estamos protegidos, apesar de nossos muros. Todo encontro é uma despedida. Todo investimento em nossos corpos se paga com o envelhecimento, doença e morte. Não há paz, mas conflitos. Não há amor, mas apego. Não há compreensão, mas fuga e desespero.

“O mundo está em chamas”, dizemos uns aos outros. Os continentes sofrem com a peste, com as calamidades da guerra. Os oceanos estão morrendo. A civilização suspensa sobre um frágil tecido de sonho. Contudo, desde que possamos continuar comprando. Desde que possamos continuar nos distraindo em nossos jogos de conquista... Desde que possamos continuar fingindo que não há nenhum enorme paquiderme no centro de cada uma de nossas salas de estar. Mas o silêncio é importável. E as feridas coçam cada vez mais. Um simples diagnóstico.

Não há doença sem causa, assim como não há árvore sem raiz. É um grande equívoco pensar, crer, que o sofrimento existe por si mesmo. Não. O sofrimento tem causa. A angústia tem causa. A fome tem causa. O medo tem causa. A culpa tem causa. A dor tem causa. A raiva tem causa. A arrogância tem causa. Assim como uma árvore não subsiste sem uma raiz nenhum desses fenômenos existe sem uma base. Eles não existem por si mesmos. Eles não são forças imutáveis.

Não é o mundo que está em chamas. É o “eu” que está em chamas. Não é o mundo que está prestes a explodir. É o “eu” que se tornou uma panela de pressão. O que é o mundo, senão um pacto compartilhado por diferentes “eus”? Portanto, não é que as corporações não tenham um bom coração, mas que falta aos “eus” um coração bom. Não é que o trânsito seja péssimo, mas que as pessoas em trânsito já se fartam de ir sem nunca chegar. Não é que não se possa dormir em paz, é que não há paz na ignorância. As promessas que os objetos nos fazem são nossas miragens. Os encantos que buscamos lá fora são meras idealizações. O mundo inteiro é uma escolha. Não há destino que não tenha sido traçado por emoções passadas.

Não há fatalidade, apenas a reunião de causas e condições. Para que o jogo comece pelo menos um jogador é necessário. Contudo, ainda é possível se retirar do jogo. A figura mais audaciosa foi o renunciante. Ele reconheceu que um outro mundo habita o mundo. Ao que o renunciante renuncia? Ao apego. Qual a intenção do renunciante? Liberdade. Para quem? Para todos. E por quê? Não há separação. Veja em seu próprio prato de comida, em suas próprias vísceras, em sua própria mentecoração.

Você vai além de si mesmo. Si mesmo não lhe contém. Si mesmo é dependente do sol, do ar, do mar, do espaço, do amor. Si mesmo é um sonho que se conta o que dorme e sonha. Aqui é além. É glocal. Sofrimento não está lá fora. Sofrimento é o fruto do apego àquilo que não é. É o hábito que se veste para evitar a morte imaginária. É a malha que se veste e que restringe e asfixia seu portador. É a crença de que estamos sós. É a viagem delirante de que ser é ter ou, mais precisamente, de que ser é ser. É sair de um extremo para o outro. É olhar para quem sofre e não compreender que o sofrimento é mútuo. É esperar que o fruto frutifique sem plantar a semente adequada. É acreditar que a semente independe de condições para frutificar.

Eliminar a causa do sofrimento é um trabalho que cada um deve fazer. Juntos, todos os salvadores não podem impedir você de ter um coração. Isso não significa que você precisa virar um ermitão. Isso significa que cabe a você a sagrada atividade de abrir o coração. Isso pode ser feito em qualquer lugar. Antes de julgar os outros, observe sua própria mente. Antes de buscar os ensinamentos mais elevados, dedique-se a uma boa fundação. Antes de acreditar estar fazendo um bom trabalho, penetre cada uma de suas emoções. Antes de qualquer ação, reconheça o espaço de liberdade. Antes de sonhar, desperte.

Amor,

Breno Xavier
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...