--- Frase de Agora! ---
"A água é para os escolhidos
Mas como podemos esperar que sejamos nós..
... eu e você?"

Máquina do Tempo: Vaga Viva do Coletivo Ideia Nossa. A única vaga viva do lado de cá da ponte =) Vaga Viva do Ideia Nossa

Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui?
Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Nemo?? Que nome legal!!


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação e wall.base

Já assisti Procurando Nemo inúmeras vezes, e continuo considerando-a uma das mais belas da Pixar. Quando fiquei sabendo do seu relançamento no cinema, só que agora em 3D, fiquei extasiada. Não estava com aquela expectativa de que essa tecnologia agregaria muito ao filme, queria apenas ver todo aquele oceano cheio de personagens carismáticos nas grandes salas.

Acho difícil alguém que não conheça a jornada de Marlin atrás de seu filho Nemo, único sobrevivente de um ataque que matou sua esposa e os outros 400 ovos. Com a ajuda de Dory, uma Blue Tang com sérios problemas de memória, Marlin atravessa o oceano para salvar o filho que foi capturado por um mergulhador de Sidney. Em seu caminho ele encontra as mais variadas aventuras, desde tubarões vegetarianos à águas vivas pra lá de perigosas. O visual de fato é de encher os olhos e mesmo que o 3D não seja um grande diferencial, vale cada centavo gasto.


A crítica, por mais sutil que seja, é evidenciada em frases cômicas como quando Dory descobre que Marlin prometeu não deixar nada acontecer ao filho: “Coisa engraçada de se prometer. Se você deixar nada acontecer com ele, aí nada vai acontecer com ele.” Outro ponto a ser destacado é quando Gil, peixe do aquário em que Nemo encontra-se preso em Sidney, diz: “Afinal todo mundo sabe que todo esgoto vai para o oceano.” São frases como essas que nos fazem refletir sobre algumas atitudes.

Acredito que esse seja um dos filmes menos críticos da Pixar, principalmente se formos pensar em Wall-E onde a discussão é muito mais séria e melhor elaborada. Outro ponto a ser levantado, que li em uma tese, foi o fato de Marlin ser colocado como herói e não Dory. Mesmo com motivos muito mais fortes, o pai, em vários momentos, deixa sua visão pessimista falar mais alto, como quando ele vê que está “ficando meio vazio” dentro da baleia e Dory diz que “está meio cheio”. Por mais clichê que possa parecer, essa conversa nos revela a forma como cada um reage a determinadas situações em sua vida.

Enfim, a animação é uma das mais belas, ganhando o Oscar de Melhor Animação em 2003, e mesmo que sua visão crítica não seja das melhores, é uma grande oportunidade para os apaixonados como eu, curtirem toda essa emoção nos cinemas.

Para finalizar o post de hoje e deixá-los com aquela vontade de quero mais, não posto apenas o trailer de Procurando Nemo, mas de outra animação que promete brilhar e estourar na bilheteria do fim de ano: Origem dos Guardiões. Espero deixá-los ansiosos para sua estreia, prevista para 30 de novembro no Brasil, da mesma forma que estou.



terça-feira, 23 de outubro de 2012



Help! Alguém me ajuda?! ! !
Li na segunda-feira à noite esta notícia e confesso que não entendi o que estão pretendendo fazer com os jovens estudantes. 
Algumas das minhas dúvidas são:
1) Só estudantes carentes tem propensão ao crime?
2) O que significa "atuar nos jovens"? Opções: a)Fazer lobotomia, lavagem cerebral, etc; b)Mandá-los para a antiga FEBEM (atual Fundação Casa; c)Espancar nas escolas os jovens que "ainda não entraram para o mundo do crime" ou d) NDA.
3) Alguém mais se importa?
4) Muitas dúvidas...

Folha.UOL
22/10/2012 - 22h01 

Serra quer programa da Fundação Casa para jovens com 'propensão' ao crime
O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, propõe "acompanhamento e monitoramento" de jovens com propensão ao crime, como forma de combater a violência nas escolas.
A proposta foi anunciada no último domingo (21), em entrevista divulgada pela rádio CBN, que questionou também Fernando Haddad (PT) sobre o que pretendia fazer para combater a violência nas escolas.
"Temos um programa feito conjuntamente com a Fundação Casa, a antiga Febem, para atuar nos jovens que estão dentro das escolas e que ainda não entraram para o mundo do crime, mas que podem ter propensão para isso. Vamos fazer com eles um trabalho preventivo e identificar quem tem um potencial para ir para o crime", disse o tucano.
A declaração do tucano causou reação nas redes sociais. A assessoria da campanha, porém, afirma que a fala do tucano foi mal interpretada.
Em nota, a campanha tucana afirmou tratar-se de "medidas de assistência psicológica e social --exclusivamente".
Segundo a campanha, a ideia é que o poder público atue nas escolas para proteger jovens de "famílias desestruturadas", principalmente por causa do abuso no uso de álcool e drogas.
"Crianças e jovens nessa situação merecem, além de ser tratados com carinho e atenção redobrada, um apoio especial do poder público para reduzir sua situação de vulnerabilidade.
FUNDAÇÃO CASA
Procurada, a Fundação Casa afirma que existe um projeto de "prevenção de risco" entre os adolescentes. "O programa em elaboração prevê o apoio às prefeituras e o estímulo dessas políticas nas redes municipais de ensino", explicou a instituição em nota.
Segundo a entidade, o programa dispõe de 2.500 "professores-mediadores" em 2.155 escolas estaduais.
A prefeitura afirmou ter em suas escolas programas no mesmo sentido. 

Haddad
O adversário de Serra, Fernando Haddad (PT), também foi questionado sobre o assunto e o petista propôs turnos integrais como forma de combate à violência.
De acordo com ele, na parte da manhã os alunos teriam aulas tradicionais e, na tarde, fariam cursos extracurriculares.
"Essas coisas ajudam a organizar a escola de maneira diferenciada", afirmou o petista. 

Disponível em:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Para as órfãs de Cinquenta tons de cinza: Toda sua


Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Trabalhar em uma livraria me oferece algumas vantagens, entre elas ganhar livros das editoras. Dessa vez foi a Paralela (selo da Companhia das Letras) que me ofereceu o lançamento Toda sua. Como já havia mencionado em meu post anterior, essa promessa da autora Sylvia Day segue a mesma temática de Cinquenta tons de cinza, o livro mais vendido do momento. Só para exemplificar o tamanho dessa febre, na unidade em que trabalho são vendidos mais de 20 exemplares por dia, em contrapartida, o título da Companhia, não chega a vender metade disso.

No entanto, falar em vendas chega a ser desleal visto que a divulgação feita em cima do romance de Ana e Grey foi absurdamente maior. Conversando com um dos representantes do Toda sua, brinquei sugerindo que eles mandassem um scarpin prateado, igual o da capa do livro. Segundo ele, a divulgação receberá destaque agora, no entanto, não sei se isso será suficiente para tornar-se o foco da vez, já que a o lançamento do Cinquenta tons mais escuros  foi antecipado e lidera o ranking dos mais vendidos.

Devo admitir que o Cinquenta tons decepcionou-me um pouco, sua linguagem é muito pobre e cheia de palavras repetidas que chegam a ser irritantes. Talvez seja por isso que ressaltaram tanto a forma como o Toda sua foi escrito. Quando esse lançamento chegou não me empolguei tanto, só que minha curiosidade falou mais alto então, resolvi dar uma chance.

De fato a narrativa é muito mais elaborada. Eva, diferente de Ana, não é uma jovem inexperiente no quesito sexual, ela descreve seu tesão por Cross de forma clara comparando-o, em alguns momentos, com seus outros parceiros. Tenho que confessar que a Companhia das Letras não me desapontou, a linguagem é muito mais sofisticada, a descrição é muito melhor, não ficando apenas na subjetividade da personagem com palavras como “perfeito” e “lindo”.

A trama mostra-se mais complexa também ao apresentar o casal principal com traumas no passado que podem interferir em seu presente. A premissa é a mesma adotada por E. L. James, um homem rico e poderoso envolve-se luxuriosamente com uma bela jovem. O final fica a desejar não dando nenhuma pista sobre o que nos aguarda nos próximos dois títulos da sequência.

Esse com certeza não será seu livro de cabeceira, no entanto, vai roubar um espaço em sua vida, já que é impossível parar de ler. Finalizo o post de hoje com a inscrição da capa: “Ele me possuiu e eu fiquei obcecada”.

domingo, 14 de outubro de 2012

Contra a crueldade animal


Vi essa matéria no site da Globo e achei que merecia ser publicada aqui no blog. Pode parecer bastante polêmico e extremo mas, algumas vezes, essa é a única forma que temos para chamar atenção e ganhar, por menor que seja, uma nota na grande mídia.

Texto: Globo Natureza/ Fotos: AFP - Animal Liberation Victoria

Um grupo de 100 membros da organização Liberação Animal Victoria (ALV, na sigla em inglês), realizou nesta quarta-feira (10) um polêmico protesto em Melbourne, na Austrália. Os ativistas fizeram um memorial solene segurando 100 animais mortos, entre ovelhas, porcos, cangurus, galinhas e peixes.


O propósito do ato era chamar a atenção para o sofrimento dos animais na sociedade em que vivemos. Muitos dos animais foram encontrados por uma equipe da organização já mortos ou à beira da morte, abandonados em fazendas de criação para abate ou atropelados em vias da região.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O questionador Jostein Gaarder




Texto: Luciana Bender/ Foto: Reprodução

Já faz algum tempo que compro livros do Jostein Gaarder, no entanto, depois de muito sacrifício, e com o benefício de trabalhar em uma livraria, consegui completar minha coleção. Para quem não conhece esse escritor vou clarear as ideias: foi ele quem escreveu o clássico O Mundo de Sofia, onde explica a filosofia de uma forma clara e divertida, fazendo o que ele mais gosta de fazer: questionar.

Seus títulos, com exceção do já mencionado O Mundo de Sofia, não são muito comuns nas grandes redes, tive que encomendar os que faltavam nas filiais de outros estados. O último que li foi o infantil Ei! Tem alguém aí? E vou usá-lo como pano de fundo para criar o post de hoje e estimular a leitura desse norueguês.

Essa narrativa conta a história do pequeno Joakim que está prestes a ganhar um irmãozinho. No meio da noite seu pai o acorda e conta que levará a mãe ao hospital, já sem sono ele começa a brincar em seu quarto quando, da janela, vê um clarão no céu: uma estrela cadente acaba de cair no seu quintal. Joakim sai correndo e encontra um jovem pendurado de ponta cabeça, preso em um dos galhos de sua macieira.

Esse ser de outro planeta chama-se Mika e tem o estranho hábito de fazer uma reverência para cada pergunta inteligente que lhe é direcionado. A história é narrada através de questionamentos feitos por ambos os personagens que nos fazem refletir sobre temas que podem parecer óbvios a primeira vista, mas que possuem vertentes muito diferentes e que, quase sempre, deixamos de lado.

Desde questões simples como o que é em cima e embaixo, eles discorrem também sobre a criação de vida em nosso planeta. O nascimento do irmãozinho de Joakim serve como pretexto para explicar a uma criança como se cria uma vida. Mika aparece como um prenúncio dessa nova realidade e a forma como Joakim deverá lidar com ela.

Mesmo com uma temática infantil, a genialidade e o conhecimento de Jostein Gaarder facilitam o entendimento. Sempre didático, ele explica o que quer dizer, mas sempre deixando um ponto de interrogação em nossas mentes ao fim de cada capítulo.

Finalizo com uma frase dita pelo pequeno Mika: “A resposta é sempre um trecho de um caminho que está atrás de você. Só uma pergunta pode apontar o caminho para frente.”

domingo, 9 de setembro de 2012

Uma nova forma de enxergar



Texto: Luciana Bender/ Fotos: wall.base

Resolvi escrever esse post como uma forma de desabafo e de reflexão. Já faz mais de três anos que trabalho na área de vendas, não de forma contínua, mas ainda assim é uma grande e valorosa experiência. Nesse período pude aprender muitas coisas, principalmente na forma de avaliar meus clientes e de lidar com os profissionais que me atendem quando os papéis se invertem.

Em virtude da minha experiência, considero-me aquela cliente que quando, de alguma forma, sai insatisfeita de um lugar, nunca mais faz compras por lá. Foi o que aconteceu em minha última visita ao Subway, há mais de um ano. Eu jantava lá todos os finais de semana, um péssimo atendimento fez com que eu nunca mais comesse uma daquelas milhares opções de lanche. Não me excedo ou reclamo, simplesmente deixo de visitar o estabelecimento.


Outra coisa que aprendi foi em como lidar com meus dias mais difíceis. Nossa sociedade de forma geral exige que vistamos uma máscara para mostrar ao mundo que estamos bem, quando isso não é real. No segmento de vendas, isso é muito mais forte, já que o contato com as pessoas é direto. Problemas todo mundo têm, a diferença é que precisamos aprender a separar nossas emoções de nossas atividades. 


Em virtude de vestir essa máscara diariamente, fico frustrada quando vou a estabelecimentos, como a pizzaria no Itam que fui com meu namorado, e sou mal atendida. Um restaurante que recebe pessoas de classes mais altas, no mínimo, deveria saber ouvir os seus clientes. Nunca faço isso, mas naquela noite, chamamos o gerente do estabelecimento reclamando da demora, dos erros de atendimento e da falta de garçons para nos ajudar, ele preferiu argumentar conosco ao invés de resolver ou esclarecer nosso problema. Saímos irritados e frustrados. Uma noite que parecia perfeita acabou da forma mais desagradável possível.

Moro no centro de São Paulo e muito próximo a minha casa tem uma pizzaria simples. Você provavelmente passaria em frente e diria que não jantaria ali, mas posso garantir que nas várias vezes que comi por lá, nunca tive uma reclamação a fazer. Contraditório né?

Complementando essa simplicidade e agregando com a minha experiência na livraria vou ilustrar com mais um exemplo. Trabalho no Morumbi e atendo pessoas de classes muito altas e posso garantir que esse é um público muito difícil, pois raramente agradecem por sua atenção ou por sua disposição em tentar ajudar, desejar uma “boa tarde” ou “bom fim de semana”? Mais raro ainda. Em contrapartida, atendo também pessoas muito simples. Semana passada atendi um motoboy que estava prestando serviço para um dos nossos clientes, percebi que ele tinha pouco estudo e tampouco sabia o que significava a palavra “título”, no entanto, com toda a sua simplicidade, ao terminar o atendimento ele agradeceu e desejou um “bom final de semana”, mais uma contradição, não é mesmo? 

Algumas pessoas possuem a triste perspectiva de que dinheiro e educação andam de mãos dadas. Quando comecei a escrever esse post não tinha a intenção de envolver classes sociais, queria apenas mostrar a vocês a visão de uma pessoa que é paga para atender suas necessidades e desejos, como é difícil a vida que levamos e como temos que ter muita sensibilidade para perceber que algumas pessoas parecem sair de casa com a intenção de estragar o dia de alguém, e fazer de tudo para que elas não consigam.

Dizer “bom dia” e “obrigada” não mata ninguém. Ontem meu namorado enviou-me um texto dizendo que “não tinha como não lembrar de você”, chamado: Salvo pela gentileza. Espero que vocês reflitam e comecem a perceber que nós temos emoções, problemas e que mesmo assim, queremos ajudá-los. Portanto, não descontem em nós suas frustrações, tentem resolvê-las e não apenas despejá-las nas costas de mais alguém.

“Conta-se uma história de um empregado em um frigorifico da Noruega que certo dia, ao término do trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta se fechou e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu. Todos já haviam saído para suas casas e era impossível que alguém pudesse escutá-lo. Já estava quase cinco horas preso, debilitado com a temperatura insuportável. De repente a porta se abriu e o vigia entrou na câmara resgatando-o com vida.

Depois de salvar a vida do homem perguntaram ao vigia:

- Por que foi abrir a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho?

Ele explicou:

- Trabalho nesta empresa há 35 anos. Centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias e ele é o único que me cumprimenta ao chegar pela manhã e se despede de mim ao sair. Hoje pela manhã ele disse 
“Bom dia” quando chegou. Entretanto, não se despediu de mim ao sair. Imaginei que poderia ter acontecido algo. Por isso o procurei e o encontrei.

Pergunta: será que você seria salvo?”

Autor desconhecido

domingo, 2 de setembro de 2012

O curto Era do Gelo

Texto: Luciana Bender/ Fotos: Divulgação

Tenho ido muito ao cinema e fico feliz que meu namorado partilhe da mesma paixão que eu. Dessa vez fomos assistir a aguardada animação da Blue Sky: A Era do Gelo 4. A trama começa com uma nova explicação para a Pangeia: o Scrat colocando uma noz no gelo e provocando a rachadura que separaria o único continente. É assim que Manny acaba se afastando de sua esposa e filha. Flutuando em um bloco de gelo, ele terá a ajuda de Diego e Sid para voltar ao continente e salvar a família de um alagamento.

O filme é bastante interessante, apesar de ter um roteiro muito inferior aos anteriores. Os clichês aparecem em todos os cantos seja no pai que não consegue entender a filha adolescente ou naquele comentário inapropriado que acaba magoando alguém que você gosta. Mas no geral é bem divertido.

Fiquei com muita vontade de conhecer o 4D da telinha do JK Iguatemi (shopping recém inaugurado em São Paulo). Para quem não conhece, essa tecnologia além de contar com o 3D que já conhecemos, possui cadeiras que tremem, água sendo jorrada nos óculos, além do cheiro exalado em determinados momentos. Deve ser bastante interessante sentir o aroma de uma frutinha quando ela é esmagada durante o filme, mas deve ser irritante sentir a cadeira se movendo constantemente, apesar de que com o tempo de duração desse “longa” acho que isso não seria um problema. Antes de finalizar esse parágrafo, informo para aqueles que se interessaram que o valor do ingresso não é nada acessível e pode chegar a custar R$ 70.



O divertido Madagascar rendeu-me duas visitas ao cinema, quanto a esse A Era do Gelo, uma ida já foi o suficiente. Espero que a produtora seja inteligente para perceber que essa aventura já rendeu mais do que era esperado e que é melhor parar nessa Pangeia mesmo.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...