Destaque da Semana: Onde está o sol que estava aqui? Ladrões de sol, crise hídrica e êxodo rural
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Abecedário ExtaOrdinário: Orgulho
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Taboão da Serra comemora Semana da Árvore e o Dia Mundial Sem Carro
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Candidatos a deputado estadual de Taboão da Serra serão entrevistados hoje na Faculdade Anhanguera

Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra
sábado, 21 de agosto de 2010
Eleições do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano


Cia Mulungo
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
SP suspende vacina contra raiva após morte de animais
Desde segunda-feira, Centro de Controle de Zoonoses já contabiliza 823 reações adversas à imunização; Ministério da Saúde investiga o caso
A Secretaria de Estado da Saúde suspendeu ontem a campanha de vacinação contra a raiva em todo o Estado após relatos de mortes e efeitos colaterais em animais que foram imunizados. Um técnico do Ministério da Saúde virá hoje à capital para investigar as reações provocadas pela vacina adotada pela Prefeitura.
Já se sabe que um gato morreu de choque anafilático em São Mateus, na zona leste, após ter sido vacinado. Outras cinco mortes de felinos na capital, uma em Guarulhos e quatro no interior são investigadas.
Desde segunda-feira, quando começou a vacinação na capital, até ontem, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) registrou 823 reações adversas. Quando o número estava em 567, a estimativa do órgão era de que 38% das ocorrências eram graves. Os animais, 85,3% gatos, apresentaram sintomas como convulsão, hemorragia, prostração, anorexia e dificuldades respiratórias.
"É um número alto", admitiu a médica veterinária Ana Claudia Furlan Mori, gerente do CCZ. Segundo ela, o sistema de vigilância do órgão vinha acompanhando os casos. "(A suspensão) é até uma medida para garantir a credibilidade da campanha." A Prefeitura pretendia imunizar 1,1 milhão de animais.
Fornecedor. As vacinas são fabricadas pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e foram compradas pelo Ministério da Saúde. A pasta pagou R$ 24,5 milhões por 30,9 milhões de doses. Por enquanto, só o Estado de São Paulo suspendeu a campanha. O governo estadual havia repassado 7,2 milhões de doses para os municípios paulistas. A Tecpar não se pronunciou ontem. Anteriormente, havia dito que a vacina é moderna e eficiente.
De acordo com Clélia Aranda, secretária estadual adjunta de Saúde, a pasta decidiu orientar os municípios a suspender a vacinação até que se entenda melhor o que está ocorrendo. Clélia afirma que a suspensão não coloca em risco a saúde da população. "De uma maneira imediata não existe esse risco", diz. O último caso de raiva de origem canina no Estado foi em 1998. Na capital não são registrados casos da doença desde 1983.
A orientação do CCZ para os proprietários que já vacinaram seus animais é a de que eles sejam observados por 36 horas após a aplicação. Se houver sintomas, devem procurar o órgão.
Ontem à noite, o comerciante Paulo Roberto Palmer, de 42 anos, acompanhava apreensivo o estado de saúde dos nove gatos da família, vacinados na quarta-feira. "Dois ainda estão muito prostrados. Os demais já começaram a se recuperar." Os felinos, com idade entre 1 e 15 anos, foram imunizados em um posto móvel. "O mais absurdo é que os técnicos não nos avisaram das reações."
Fonte: Estadão
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Ciclovia de Taboão é discutida em reunião aberta à sociedade
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Ciclovia de Taboão é discutida em reunião aberta à sociedade
A implantação de um sistema cicloviário na região do Taboão da Serra levantou diversas questões sobre a importância do compartilhamento das ruas. Alguns moradores já se pocisionaram contrários à construção da ciclovia alegando que ela prejudicaria a economia local e o fluxo de veículos.
Devido a polêmica e o risco de interrupção das obras, foi solicitado ao Instituto CicloBR por intermédio de seus associados, alguns que inclusive moram na região alguma posição em relação ao caso. Com base nisso, o Instituto se propôs a fazer por conta própria, uma avaliação do sistema cicloviário e apresentá-lo à comunidade.
A reunião será aberta e todos estão convidados para participar e contribuir com idéias e soluções a fim de inserirmos a bicicleta no cenário local valorizando ainda mais o espaço público.
Quando: sábado, dia 14/08, a partir das 14h
Onde: Estacionamento do Parque das Hortências
Veja como chegar clicando no link: http://is.gd/eeNTy
Se possível, venha de Bicicleta, pois ao final da apresentação, todos serão convidados a realizar um passeio pelo percurso da Ciclovia.
Fonte: CicloBR
domingo, 8 de agosto de 2010
Ao Leitor
Não há o que temer. Se você está pensando em subir nessa majestosa bicicleta chamada vegetarianismo ou já está dando as primeiras pedaladas, siga em frente. Com a prática, a insegurança desaparece. Assim como andar de bicicleta, em pouco tempo, suas ações se adaptam à nova realidade e a prática do vegetarianismo se torna a coisa mais fácil do mundo. Depois de alguns poucos quilômetros rodados, os frutos começarão a brotar.
sábado, 7 de agosto de 2010
Onde vai parar o óleo de cozinha?
O óleo de cozinha utilizado em frituras contribui para a situação descrita acima. Apesar de todo mundo saber que não pode ser jogado no lixo ou pelo ralo, muita gente não sabe o que fazer com ele, mesmo após separá-lo em garrafas pet. Sabe-se que apenas 1 litro de óleo pode contaminar mais de 25 mil litros de água. Mesmo em pet no lixo comum, a chance de acontecer um vazamento é imensa.
O óleo e a gordura não se misturam com a água. Quando em contato com ela forma uma camada na parte superior, aglomerando todo tipo de entulho e lixo. Esta camada dificulta a passagem da luz e evita a oxigenação e evaporação da água. A conseqüência imediata é a morte da vida no rio por falta de oxigênio. As populações humanas vizinhas são afetadas por doenças são trazidas pela proliferação de bactérias e outros microorganismos.
Quando o óleo ou gordura são despejados no solo, o resultado é a impermeabilização da terra dificultando a passagem da água pela infiltração, ocorrendo morte de pequenos seres vivos e enchentes.
O óleo usado é utilizado para fabricar massa de vidro, biodiesel, desmoldantes, fertilizantes, sabão em pedra etc. Com o advento do biodiesel, criou-se uma alternativa de grande consumo para o óleo e gordura de fritura - 1 litro de óleo descartado transforma-se em 850 mililitros de biodiesel. A reciclagem do óleo e gordura reduzirá gastos com tratamento de doenças e será uma fonte de recursos para política de medicina preventiva.
Contribua com a coleta e alimente o Meio Ambiente com hábitos saudáveis. Procure os ECOPONTOS espalhados por todas as regiões da cidade, acesse www.ecoleo.org.br
Sites interessantes
www.trevo.org.br
www.triangulo.org.br
Fonte: Sabesp e Ecóleo
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Arnaldo Jabor critica a proibição das touradas na Catalunha
A melhor notícia que li no dia 29 de julho foi o fim das touradas na Catalunha. #fato
Pautei inclusive antes de reuniões no trabalho, toquei no assunto com diversos amigos e fiz questão de twittar à respeito tendo replyes totalmente à favor, assim como a maioria dos tweets espalhados pela rede.
Mas temos um jornalista retrógrado na Rede Bobo de Televisão que teima em andar para trás, fazendo a alegria dos seus fãs conservadores e perdendo a pouca credibilidade com a pequena-grande massa pensante deste país.
Deixo um texto extraído do Lobo Repórter para entenderem melhor o que aconteceu e aguardo comentários à respeito.
Boa leitura!
@alvarodiogo "Compartilhe suas ideias"
http://www.ideianossa.blogspot.com/
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Arnaldo Jabor critica a proibição das touradas na Catalunha
Recentemente, o colunista e polemicista profissional Arnaldo Jabor resolveu nadar contra a corrente e defender as touradas na Espanha, criticando a decisão ética da Catalunha de proibir esse barbarismo em sua região (ouça aqui a declaração feita pelo jornalista a favor das touradas, na rádio CBN).
Ele começa sua fala se desculpando aos membros da proteção e defesa animal, e segue em tom debochado afirmando que “ama” as touradas.
Jabor utiliza os mesmos argumentos das forças conservadoras e corruptas que vivem de subsídio da União Europeia que têm interesse em manter esse derramamento de sangue: ele afirma que gosta das touradas, pois seriam um mito nacional espanhol, e que a decisão pela proibição teria sido apenas uma estratégia tola ou uma mera conveniência política.
Jabor esqueceu de fazer seu dever de casa ao escrever a coluna. Ele disse, por exemplo, que tanto o toureiro quanto o touro correm risco de morte. Mentira. Os touros são dopados e mantidos no escuro antes de entrar na arena. Eles não têm chance contra o toureiro; o jogo é armado contra eles. Além do mais, nos raros casos quando o toureiro é ferido, os paramédicos correm para salvar sua vida.
Jabor diz, também, que tourada é arte. Uma arte baseada na violência? Já pensou se o cinema precisasse fazer uma guerra real para produzir filmes sobre guerra? Arte tem a ver com imaginação, consciência e não com exibições kitsch de falocentrismo e violência.
Outro erro de raciocínio que Jabor faz em defesa das touradas ocorre ao afirmar que quem come carne não pode ser contra esse barbarismo. Esse é um recurso típico de quem pretende calar qualquer manifestação a favor dos animais e justificar uma violência com outra. Ele ignora o fato de que muitas pessoas que são contra touradas são veganas. Quem consome carne e é contra touradas não está sendo hipócrita, apenas incoerente. Não existe paralelo entre os mecanismos de condicionamento cultural que induzem as pessoas a comer carne e a escolha que um indivíduo faz de ir a uma arena assistir ao assassinato de um animal. São duas violências distintas.
A tourada nada mais é do que uma demonstração do fascismo humano sobre os animais não humanos. Não é à toa que Franco adorava touradas e via nela um elemento-chave da identidade do seu reino de terror. A Catalunha fez a coisa certa ao excluir essa violência do seu território, historicamente muito mais de vanguarda do que o resto da Espanha. Se foi por motivos de compaixão ou por proteção de sua identidade cultural, não importa. As vitórias de direitos civis em geral foram ganhas por motivação econômica e social, e não porque a humanidade é ‘boazinha’. O importante é o efeito prático da decisão, que será uma realidade de menos animais assassinatos nas arenas da Espanha.
Mais uma vez, parabéns à Catalunha pelo exemplo dado ao resto da ‘mãe Espanha’, como Jabor diz. Uma boa mãe trata bem seus filhos, inclusive os não humanos.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
“O mundo precisa de novo contrato social”
Boa leitura!
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“O mundo precisa de novo contrato social”
Para o vencedor do prêmio Nobel da Paz 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel, "Obama chegou ao governo, mas não ao poder". Segundo Esquivel, o presidente dos EUA "não conta com condições de governabilidade como os presidentes da Bolívia, Venezuela e Equador".
Por Clarinha Glock, da IPS
“Temos que começar a pensar em um novo contrato social em escala planetária, e também dentro de cada país”, afirmou em entrevista à IPS o ganhador do prêmio Nobel da Paz 1980, o argentino Adolfo Pérez Esquivel. Aos 78 anos, Esquivel se mantém muito ativo em defesa dos direitos humanos e da educação para a paz.
Atualmente, é um dos promotores da criação do Tribunal Penal Internacional para o Meio Ambiente, sob o princípio de que os desastres ecológicos são um crime contra a humanidade. Para isso é preciso modificar o Estatuto de Roma, que em 1998 deu vida ao Tribunal Penal Internacional, em vigor desde 2002.
Em uma de suas frequentes viagens a Barcelona, Esquivel conversou com a IPS sobre a situação da América Latina e os avanços para uma cultura de paz no mundo.
IPS - Desde o fim das ditaduras militares na América Latina, como a região evoluiu?
Adolfo Pérez Esquivel - Depois das ditaduras impostas pela política dos Estados Unidos, houve fatos importantes que fazem com que a América Latina mude para democracias condicionadas ou restritas. É um processo rápido, vinculado à Guerra das Malvinas (1982, entre Argentina e Grã-Bretanha). Antes, o confronto era Leste-Oeste, entre Estados Unidos e a antiga União Soviética. Com a Guerra das Malvinas, o problema passa a ser Norte-Sul. Logo, Washington se dá conta de que é preciso promover democracias. Mas a política neoliberal, as privatizações, a apropriação dos recursos naturais e não naturais continua.
IPS - A América Latina continua sendo importante para Washington?
APE - Apesar de precisar se concentrar nas guerras do Afeganistão e Iraque, os Estados Unidos nunca deixaram de estar atentos à América Latina. Quando algum país se desvia dessa hegemonia, começa a ter conflitos, como os que ocorrem na Venezuela, Bolívia, Equador ou Argentina. Quando o deposto presidente Manuel Zelaya, de Honduras, começou a ter outra visão da situação de seu país, sofreu um golpe de Estado legalizado pelo parlamento e pelo Poder Judicial. É uma experiência-piloto para aplicar em outros países, no Paraguai, por exemplo, que passa por algo semelhante.
IPS - Então, existe um reposicionamento dos Estados Unidos com a região?
APE - Estão criando uma “pinça” militar no continente, com o Plano Puebla-Panamá, para a América Central e o Caribe, o Plano Colômbia, com sete bases militares sob o pretexto de combater o narcotráfico e o terrorismo, a Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil, Paraguai) e, nas Ilhas Malvinas, uma base militar com a Grã-Bretanha. Além disso, empresas multinacionais buscam na região os recursos que faltam nos países centrais. Apesar de tudo, surgem forças sociais, culturas e políticas fortes. O governo da Bolívia, por exemplo, está recuperando as empresas nacionais e os recursos naturais que estavam privatizados. São passos importantes, como converter-se em um Estado plurinacional, com reconhecimento dos povos indígenas, ou medidas para superar o analfabetismo e os problemas de saúde. Como ocorre na Venezuela.
IPS - Mas há críticas a esses governos. Qual é a sua percepção?
APE - Não existem democracias perfeitas. O que existe são democracias que podem ser perfeitas, podem melhorar. Por exemplo, a Venezuela é uma democracia diferente da, aparente, existente na Colômbia, onde existe repressão, controle de grupos paramilitares, intervenção das Forças Armadas, quatro milhões de refugiados internos e cinco milhões de exilados. Os colombianos votam, mas o que garante uma democracia não é o voto, é a participação do povo. Com todas as dificuldades e erros, países da América Latina deram passos qualitativos na construção de democracias participativas. São espaços a serem construídos.
IPS - Com o presidente Barack Obama as coisas mudaram?
APE - Não. Obama chegou ao governo, mas não ao poder. Ele se comprometeu a acabar com a guerra do Iraque e a intensificou, e também com a do Afeganistão. Não conta com condições de governabilidade como os presidentes da Bolívia, Venezuela e Equador. Seus governos estão unidos pelo Mercosul, Unasul ou Banco do Sul. É a única forma de enfrentar os grandes poderes internacionais.
IPS - Essa união pode impedir o golpe de Estado, que mencionou, no Paraguai?
APE - Claro. A presidente da Argentina, Cristina Fernández, fez algo interessante. No dia 25 de maio, festa da pátria e do bicentenário, recebeu Manuel Zelaya com honras de presidente em exercício. Isto incomoda os Estados Unidos, que perdem sua hegemonia. A América Latina tem de fortalecer sua unidade, porque possui grandes recursos naturais, e a próxima guerra será por água, recursos energéticos e alimentos. A única maneira de se fortalecer são as alianças econômicas, culturais e políticas.
IPS - O senhor citou forças sociais latino-americanas emergentes. Quais são?
APE - Uma é o movimento de mulheres. A mulher é protagonista em toda a região, dos povos indígenas às esferas científicas, tecnológicas e do pensamento. Outro movimento importante é o dos indígenas, que começaram a recuperar sua identidade, sua cultura, sua espiritualidade e a se organizar. E a terceira são os movimentos sociais, que estão gerando uma nova forma de fazer política e construindo uma democracia participativa. Isto leva a algo no qual venho insistindo- temos de começar a pensar em um novo contrato social em escala planetária, e também dentro de cada país. Quando a Real Academia Espanhola realizou um encontro da língua, nós fizemos um Congresso das Línguas, porque não somos um país monolinguista e temos de respeitar essa diversidade. Quando falo de um novo contrato social também me refiro a isto, porque a dominação não começa pelo campo econômico, mas pelo cultural.
IPS - Há avanços na campanha para criar o Tribunal Penal internacional para o Meio Ambiente?
APE - Entre as coisas que faço, presido a Academia das Ciências do Meio Ambiente de Veneza, integrada por 120 cientistas, onde trabalhamos os grandes problemas ambientais. Nos direitos humanos se vê os danos às pessoas, mas não aos povos. Em 1976, a Liga Internacional pelos Direitos e pela Liberdade dos Povos proclamou a Declaração Universal dos Direitos dos Povos. E creio que é preciso trabalhar no dano aos povos indígenas, a populações inteiras, pela contaminação da água e do meio ambiente. Em 2001, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) divulgou um informe dizendo que a cada dia morrem no mundo mais de 35 mil crianças vítimas da fome. Eu chamo isso de terrorismo econômico. Estamos propondo uma reforma do Estatuto de Roma. Ao mesmo tempo, é necessário lançar uma campanha internacional para que os povos pressionem. A pressão para que os governos façam mudanças deve partir da base.
Por Envolverde/IPS.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Papel de Parede - Agosto 2010
Link para download: http://www.institutoninarosa.org.br/component/content/article/257-papeisparede2010home
Você terá a companhia de um animal apresentando-lhe o calendário do mês e as datas especiais.